quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Desce rampa, sobe rampa...

Tema: se eu fosse arquiteta
Por: Aninha

Quero aproveitar o clima do Natal e ser linda. Quer dizer: ser mais linda...

E falando em Natal, como foi o de vocês? O meu foi lindo, ganhei muitos presentes, comi mais que devia, mas não passei mal como a Tia Rosana que até precisou ficar em casa no dia do Natal mesmo porque piii... melhor não falar.

Mas se eu fosse arquiteta, esse é o tema da composição, eu faria tudo, mas tudo: com rampa e corrimão. Porque tios e tias velhos, tem muito velho no mundo e vai ter muito mais porque segundo a Organização Mundial da Saúde... tá não vou fazer isso com vocês, procurem saber os dados da OMS sobre o tanto de velho que vai ter quando eu for velha.

Claro que nós, velhos do futuro, seremos muito mais bem preparados que a Tia Rosana, por exemplo. Tadinha... ela custa a subir umas escadas e se não tiver corrimão ou algum cotovelo disponível, ela nem sobe. Parece zoação dizer isso, alguns vão pensar que estou brincando... mas falo a sério: ela não consegue subir uma escada grande sem dar mexidinhas nos pés em cada um dos degraus. Imaginem essa pessoa subindo os degraus que levam ao Cristo Redentor no Rio de Janeiro? Um dia ela começou a me contar como foi e eu disse: “pula Tia... não os degraus, que você não consegue, mas essa parte da história. Não quero sofrer/saber.” Ela pulou (hihihihi)

Mas voltando às rampas... elas vão atender, também, aos cadeirantes, claro, e isso é muito bacana; essencial, na verdade.
Num prazo de cinco anos haveria rampa no Brasil inteiro (esse seria meu projeto) e... paciência pra quem não for velhinho, porque vai ser um tal de esperar essa turma subir ou descer que ó... vai deixar muito jovem de cabelos brancos... (tá, foi fraca a piadinha, tô tentando voltar à minha forma de sempre, mas ainda tô com uns grilos na cabeça).

Esperem... eu faria mais, faria as rampas, mas exigiria que os velhos subissem ou descessem só pelo lado direito de quem sobe para liberar o lado esquerdo pros impacientes jovens... hahahaha mas ia ser cada tombo. Imaginem só os velhos tremendo pernas e braços e trombando um no outro... hahahaha Parece que meu projeto já nasceu com defeito.

Então ficamos assim: se eu fosse arquiteta continuaria com a ideia das rampas, mas contrataria outros arquitetos para outros projetos complementares que possam evitar esse desastre que eu, Gusttavo Lima e você, visualizamos com os velhos trombando um no outro. Com uma equipe de arquitetos inteligentes e dinâmicos - comigo no comando, claro - construiríamos um mundo melhor para quem seremos no futuro. 
É isso!

Feliz Ano Novo tios e tias velhos, espero encontrá-los todos na casa da Tia Rosaninha quando o Tio Rafa vier. Se não todos, a maioria pelo menos. Vocês não terão férias? Eu terei do colégio... beijos da Aninha.


Uma linda quinta-feira para todos vocês, meus amores, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e nessa quinta há Aninha pensando em um mundo melhor para mim. 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Soluções

Tema: Se eu fosse arquiteto
Por Laura Reis

E eu lá sei pra que esse tanto de estrada no meio da gente. Porque o estado A é relativamente perto do estado B, apenas? Eles não podiam ser que nem as casas nas ruas, os bairros nas cidades, assim, bem pertinho uns dos outros? Mas não, me fazem um de cá, um acolá e o amor entre seres de estados (quiçá países) diferentes fica assim, a ver estradas.
Eu construiria uma ponte gigantesca e faria muito sucesso no Guinness Book, acho. A ponte do amor, podia chamar. Eu construiria ela bem funcional, porque de bonito nesse meio de caminho já basta a certeza de que a saudade será só lembrança. Chamaria engenheiros, arquitetos, esse pessoal todo aí que entende dessas coisas que passam longe do meu intelecto. Aí eles resolveriam o problema pra mim. Se bem que seria demorado, né?
Não que eu esteja nessa situação, entre a estrada e o amor. Até porque, desesperado que sou e sem saber como funciona muita coisa, se eu fosse arquiteto...inventaria o teletransporte mesmo, viu?

sábado, 21 de dezembro de 2013

Sem ele jamais

Tema: Chocolate
Por: Nina Reis


Após a pipoca
depois do almoço
o quanto eu quiser
me respeite seu moço

Em barra, no copo
de bolinha, na colher
ao leite ou crocante
pode vir como quiser

Ele cura a TPM
deixando-me animada
se sem ele estiver
fico bem mal-humorada

Branco ou amargo
nem precisa oferecer
chocolate pra mim é vida
meu aniversário está chegando 
hahahaha 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

É o meu amor...

Tema: chocolate
Por: Rosana Tibúrcio

Tenho um caso de amor com chocolate. Não sei bem como começou, mas minha vida é atrelada a essa delícia. E nosso caso... é íntimo.
É como namorar, beijar, fazer amor: conosco o lance é no quartinho.

Pode ser o chocolate mais chique do mundo, o mais delicioso, o mais raro, mas perde a graça se comido perto de alguém. Saboreio chocolate como quem conta uma história intima para o melhor amigo - e não quer ser ouvido, quiçá por esse amigo. É história entre mim e o que saboreio.

Tenho um ritual - isso eu posso contar: eu não mastigo chocolate. Sacrilégio, sacrilégio mastigar chocolate. Prisão perpétua, espancamento, enforcamento. Vai pro inferno quem mastiga esse amor.
Chocolate foi feito pra se colocar na boca e rodar por ela como criança em roda-gigante: grudadinho e terminando aos pouquinhos. Não há rompante no nosso envolvimento.

Há quem insista: coma só um pouquinho, Rosana. Mas me deixe, vá... não quero junto a terceiros. Tento disfarçar, às vezes até conto que minha história com ele vai ser desenvolvida a sós. E quando insistem muito, como um pouquinho, mas guardo aquele pedaço pra intimidade de depois.
E somos felizes para sempre: no frio, no calor, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê.


Um lindo resto de quinta-feira, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há eu esquecidinha. Sim, eu me esqueci de postar, (bora, tirar férias, minhas gentes?) mas jamais esqueço do meu caso de amor com chocolate, nem de saboreá-lo, nem de ser saboreada.  

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Choco, late!

Tema: Chocolate
Por Vanderley José Pereira


Em um canil. Data de hoje:

– Choco, late! 
– Tudo bem, já que não quer latir, vamos dar um passeio, amiguinho.

   Aquele seria o primeiro momento que Choco sentiria o sol diretamente em sua pele. Seria o primeiro contato de choco com o mundo exterior...


Tempos atrás:

   De uma ninhada saíram três cachorros, dois com pelagens caramelo e um chocolate. A mãe, que era caramelo, por complicação na gravidez acabou por falecer. Os três “titiuzinhos”, que já nasceram fragilizados, estavam definhando. Com fome, frio e sem cuidados não demorariam a morrer. 

   Largados a própria sorte no canil, a esperança exauria. Por sorte, sempre aparecia uma criança de bom coração disposta a adotar um filhote. Os preferidos (pelos pais) sempre eram os menores e com certo aspecto de cão de raça. Eles iriam comer Pedigree, brincar de buscar o disco e dormir ao pé da cama dos donos. Iriam ser da família. Teriam uma assinatura: Bolinha da Silva, Alfinete Andrade, Nicolau Santos e Silva. Sorte para poucos: sorte dos malteses, sorte dos chiuauas, sorte dos poodles, sorte dos yorkshires. Daquela ninhada só restava um, o de pelagem chocolate. Ele não tinha os pelos do maltês e nem do poodle; não tinha o tamanho do chiuaua; e nem a graça do yorkshire. Ele não tinha sorte.

   Às vezes, um ou outro cão grande “achava um osso enterrado” (digo com sorte) e encontrava uma família. Esses teriam um lar também, assim como seus irmãos pequeninos. Para tanto teriam de demonstrar força, rapidez e imponência.  Seleção digna de um soldado.  E assim seria, um soldado. Protegeriam o dono, a casa. Em troca de comida e passeio aos fins de semana. Mas para eles já estava mais do que bom, pois era tirar a sorte grande. Afinal, teriam espaço para andar, brincar e latir. Não iriam dividir o espaço que mal lhe cabia com uma lata com comida, outra com água, fezes e urina. Ter um lar é ter vida! Sorte de poucos: sorte dos pastores belgas, sorte dos dobermanns, sorte dos rottweillers. O cachorrinho com pelagem chocolate mais uma vez não tinha as características desejadas. 

   Para uns, era grande demais, para outros, não tinha tamanho. Para uns, sua aparência era medonha; para outros, era fraca. O tempo foi passando e o cachorrinho com pelos tom de chocolate foi ficando. Aos poucos foi buscando sua identidade, se é que um cachorro vira-lata (ou fura-saco) em um canil tem direito a isso, mas estava aparentemente feliz com suas conquistas: uma vacina anual contra raiva e um nome, Choco. Nome que nada tinha relação com sua cor, e sim com o aroma que exalava de sua gaiola.

   Até arriscava tentar brincar sozinho com sua sombra. Quando a via ele pulava e latia, todavia sempre era repreendido com um esguicho d’água no focinho e com um barulho infernal do tinir do cassetete do seu “amigo” em sua jaula. Falo amigo, pois era assim que Choco o via, afinal ele era a única pessoa que levava comida a ele, além de, é claro, ter lhe dado um nome. Somado a todos esses transtornos vividos, quando brincava Choco sempre se machucava, por ser um cachorro grande para aquele cubículo, sempre feria suas costas expondo sua carne.  Aos poucos Choco foi ficando quieto, calado, sem apetite. Choco estava definhando! Seu “amigo”, ou algoz, sabia o que fazer; e não tardaria.

– Choco, late! Vai, choco, late.

– Cachorro imprestável. Não seve para nada, só fica acuado, com medo; assustado com a própria sombra? Nem latir, “isso” late! Você é igual chiclete mascado ou um relógio sem ponteiro. Seu inútil.

– Choco, late! 
– Tudo bem, já que não quer latir, vamos dar um passeio, amiguinho.

   Aquele seria o primeiro momento que Choco sentiria o sol diretamente em sua pele. Seria o primeiro contato de choco com o mundo exterior. Choco estava, apesar de fragilizado, feliz com o sopro de liberdade. Mal sabia ele que aquela felicidade duraria apenas alguns passos. A liberdade chegaria, não ali, mas em outro plano.

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Beijos e boa semana.

Limão!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Amor ao leite ou meio amargo

Tema: Chocolate
Por Rafael Freitas




Amor,

Acho que a gente deveria se casar. Lembra? Foi essa a sensação que tive quando te conheci. Foi uma surpresa te encontrar ali, naquela rodoviária. Eu ainda meio grogue daquele porre surreal do reveillon.

E a tarde que se seguiu? Não parávamos de falar um com o outro! E à noite, os dois sem acreditar no que estava acontecendo, perdendo o sono com mensagens de madrugada. Parece o início de qualquer amor, dirão. Mas foi bem mais bonito que isso.

Só não poderia nunca ter sido simples, visto esse meu talento pra coisas complicadas. Aceitei o pacote inteiro: um amor cheio de qualidades (não era à toa que sempre te jogava confeti) e cheio de complicações. Tudo tão novo pra você; não seria mesmo possível não se assustar e se perder. E eu ali, escutando tudo, segurando as pontas, dando conselhos de um diplomata. Ter convicções sobre amor e essas coisas que envolvem o desapego é fácil. Praticá-las, aí é que são elas.


Faltava eu te escrever uma dessas cartas de amor ridículas, não é mesmo? Pra pedir pra gente um bis. Pra propor que se case mesmo comigo. Eu te faço uma serenata de amor e podemos passar a lua de mel no Caribe. Ou em qualquer outro lugar do mapa mundy onde a gente possa ficar juntinho. Prometo até que não brigo se você comer o último ferrero da caixa.

Aí só falta um cachorro. Que já até sei o nome: Chocolate.

Te amo mais que trufa de maracujá.
Um beijo



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Vale mais do que ouro s ou n

Tema: Chocolate
Por Laura Reis

A primeira coisa que lembro quando o tema é Chocolate é dessa música maravilhosa que fiquei cantando o dia inteiro.
Segue a letra e o vídeo pra vocês serem muito felizes nesse resto de segunda-feira com Angélica êôoo!




Chocolate (!!!)

Chocolate é gostoso de comer
Chocolate é gostoso de beber
Chocolate negro, chocolate branco
Doce, amargo, meio amargo
É só nele que eu me amarro
É bom não começar, senão não vou parar

Chocolate deixa qualquer um louco
Quando vem com pedacinhos de coco
Pro cinema levo mil chocolates
Perco até a cena quando sinto o gosto
Quero, quero mais chocolate

Chocolate, chocolate
Chocolate meu mais doce tesouro
Chocolate, chocolate
Chocolate vale mais do que ouro

Chocolate com mamão,chocolate com limão
Chocolate com avelã,chocolate com maçã
Chocolate com caqui,chocolate com kiwi
Chocolate pra comer,chocolate pra beber



Saudade dessa música, das Meninas dos Limões haha (Nossa, será que Limão ama Angélica por causa dessa música? "Eu e Limão não perdemos tempo pra explicar" haha, certeza)

Pronto, gente. Esse é meu post incrível de hoje.
Fiquem com Deus, juízo e só façam coração com as mãos pra quem vocês amam de verdade.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Das melhores datas

Tema: Top 5
Por: Nina Reis


1 – Meu aniversário – amo ter nascido no primeiro dia do ano e nunca tive problema algum com essa data.

2 – Páscoa – chocólatra assumida, acredito que não preciso fazer nenhum comentário, aliás, preciso sim. Quando criança a páscoa era bem mais divertida, além dos ovos, mamãe preparava brincadeira com esconderijos e bilhetinhos espalhados pela casa.


3 – Junina e Julina – já gostei muito de quadrilha, mas hoje o que me prende mesmo a essa data é toda comilança e o fato de vestir as roupas de frio, acho um charme.

4 – Crianças – quando criança certamente amava muito, pois ganhava presentes de familiares e outras pessoas queridas. Hoje amo mais ainda por conseguir participar de um grupo que arrecada brinquedos e presenteia quem quase nada tem.

5 – Natal – não me lembro se já fui apaixonada pelo Papai Noel, agora pela árvore cheia de presentes , essa até hoje eu sou, mesmo que eles não sejam pra mim. 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

De saudade, bate-bola e gentes

Tema: top 5 
Por: Aninha


Olá tios e tias velhos. Estão com saudade de mim? Sei que sim, sei que sim.

Tá tudo muito correndinho (hihihihi como diz Tia Rosana) esse ano. Muita atividade no colégio, papai foi transferido para o Acre. Mamãe chorando muita pitanga (vovô Juvenal me ensinou essa de pitanga) e eu tendo que consolá-la.

Sei que não está fácil pra mim, como sei que não está fácil para vocês.

Tirando a Tia Rosana que parece não fazer nada além de postar aqui, no facebook, no twitter, no instagram, na casa da mãe Joana; da Laurinha que não fez outra coisa na vida a não ser mudar de emprego, nesse ano; e do Tio Limão que se casou, virou professor e futuro doutor (a tia me contô e tudo rimô), nós outros: Tio Rafa, Tia Marina e Tio Taffa, fugimos um pouco do Guaraná  porque temos uma vida paralela a essa coisa de blogs e afins. Somos pessoas ocupadas. E ganhamos esse jogo: somos em quatro.

Sei que o post é um tal de top 5, mas antes Tia Rosana me disse que era para eu contar do meu sumiço. Contei. Vamos lá Tia Rosana, jogue 5 pessoas aí para eu chutar no gol. Ou fora do gol.

Michelle Obama - um grande abraço, meu apoio e gol
Obama - já pro sofá, assanhado => bola fora
Claudia Leite - vergonha alheia dela, Tia => bola fora, furada, murcha, rasgada
Neymar - analise as fotos antes de postar, seu bobo => bola fora
Silvio Santos - parabéns pelo aniversário Tio, um beijo e gol


Uma linda quinta-feira para todos vocês meus amores, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há a volta - tímida, mas real - de nossa amada e atrevida Aninha.






quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Os cinco cincos

Tema: top 5
Por: Vanderley José Pereira

Mão e seus 5 dedos
Fonte: Abraçaço Caetano Veloso

   O top de hoje será em homenagem ao próprio top 5, então listarei coisas relacionadas ao número 5.

1 - Canal do You tube, 5 alguma coisa: como o próprio nome diz, esse canal elenca cinco formas de tratar algo, com irreverência e bom humor. Foi criado por Mederi Corumbá e Leonardo Amaral. O canal consta com mais de 1009906 inscritos e 74654496 visualizações. É bem divertido, recomendo.

2-  Canal do You tube, 5inco minutos. vamos à descrição da própria autora: "Kéfera, pq o nome do canal é 5inco Minutos se nenhum vídeo tem cinco minutos direito?" "A ideia é que os vídeos tenham ATÉ cinco minutos... Acho que quando o vídeo passa disso fica longo e a galera sente preguiça de assistir, certo? (às vezes, dependendo do roteiro, pode acontecer sim do vídeo ter mais de cinco minutos, não me matem nem façam macumba pra mim por causa disso, tá?)". Eu acompanho eventualmente, tem coisa bacana aí.

3-  Musicas, Five (5ive) – melhor nem comentar, a banca acabou em 2001, apesar de ter sido ótima – e  Maroon 5: essa última é uma banda de pop rock dos Estados Unidos, com influências do soul, pop e R&B. É formada por Adam Levine, James Valentine, PJ Morton, Mickey Madden, Matt Flynn. Ouvir e ficar parado é impossível. Confira!

4- Site de entretenimento, F5. É da folha e tem um pouco de tudo: moda, beleza, famosos dentre tantos outros assuntos abordados.  É aquele site que quando você esta no ócio você frequenta e deixa o tempo passar.

5- Pessoa, Rosana Tibúrcio, vamos à descrição dela: é autêntica, noveleira e cheia de manias . Possui um TOC de criar outros TOCs, mas, de acordo com ela, há um motivo específico para tudo isso... Um dos TOCs ou manias é com o número 5, por isso ela, a BoUUUa (que devia ter mais dois Us para inteirar cinco), está em quinto lugar no top 5 de hoje.

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5inco beijo5 a todo5. Até 5emana que vem!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Broadway feelings

Tema: Top 5
Por Rafael Freitas

Não lembro de já ter mencionado isso por aqui, mas eu adoro musicais! No sábado fui com minha amiga Fernanda Brito, do Cantus Quatro, assistir A madrinha embriagada, em São Paulo. Uma comédia musical com direção de Miguel Falabella e alguns atores de musicais mais famosos e que mais admiro (alô, Ivan Parente!!!).

Espetáculo incrível! E chegando em casa, ainda fomos assistir Cats e outros vídeos aleatórios de musicais que gostamos. Daí que surge meu Top 5!

1 - Ao meu lado - Godspell
Godspell foi o primeiro musical que assisti. E o mais bonito, com certeza. Um grupo de circo contando o Evangelho de São Mateus. Aqui a canção Ao meu lado, minha preferida.


 2 - Memory - Cats
Esta é bem conhecida, foi regravada muitas vezes. É cantada pela gata Grizabella, que foi muito bonita e acabou se afastando do grupo para conhecer o mundo e sofre ao tentar voltar.



 3 - They live in you - O Rei Leão
A Fernanda comprou um livro de partituras de canções de musicais. E me apresentou essa. Bonita demais. E a voz desse intérprete é invejável!


 4 - Na rua onde mora você - My fair lady
Não assisti, mas acho linda essa música. E tem Fred Silveira, que é um dos meus preferidos.



5 - Se você for gay - Avenida Q
A melhor de todas! Assistam, gente. Divertidíssima! E com um trabalho de corpo e voz incrível. E com Fred Silveira, . (Detalhe: o livro que Rod está lendo. rs)




Bravo!



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Rápido retrospecto

Tema; top 5
Por Laura Reis


Nesse ano eu:
Morei (oficialmente) em 1 cidade.
Vivi em 2 apartamentos.
Estive em 3 empregos.
Conheci o mar 4  praias (segundo minha irmãzinha, porque eu não lembro da quarta, mas confio mais na memória dela do que na minha).
E só.

Adeus, 5 letras.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

No que acredito

Tema: faça chuva, faça sol
Por: Rosana Tibúrcio.

Que seja tempo ruim ou tempo bom
Que nada se resolva ou que tudo se acalme
Que faça bem ou mal
Que seja dever ou direito
Que se fale tudo ou se cale um pouco
Que se rogue praga ou se emane bênçãos
Que faça chuva ou faça sol, não importa...
Gente bacana mesmo é aquela que se coloca no lugar do outro.


Uma linda quinta-feira para todos vocês, meus amores, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há dessas gentes bacanas na minha vida...


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Sagacidade

Tema: faça chuva ou faça sol
Por: Vanderley José Pereira

AMANTES de  Géssica Hellmann

 “Sexo é escolha, amor é sorte” afirmou Rita Lee. Será mesmo? Não vou me alongar, mas digo que não. Você já reparou como sempre buscamos amor e sexo? Sempre damos desculpas para conseguir. O amor é mais verdadeiro, busca caminhos mais retos, o sexo não. Ele é mais torpe, mas sagaz! E é essa habilidade, a sagacidade, em suas diferentes vertentes que vou tratar. Tomando como referência o ponto de vista masculino e adotando aqui um guia de como usar a sensibilidade feminina – diga-se, romantismo – a seu favor.

Em um dia de sol:
Nossa, “amor”, o dia tá tão bonito, tão aconchegante. Este dia claro e reluzente faz com que seu cabelo fique mais lindo, sua pele adquira outro brilho. “Amor”, não sei se é o calor, a luz, a temperatura ou uma combinação de todos, mas sei que você está tão atraente, tão desejável. Dá vontade de ficar aqui com você para sempre, sem pensar no amanhã, só te amando, só sentindo o seu calor.

Em um dia de vento:
Lá longe, uma mulher se aproxima, trajada de vestido floral, levemente rodado, cabelos ondulados e soltos, com um ar praiano – pontas mais claras que o restante –, pele rosada e boca aveludada. Para qualquer homem ela seria o reflexo da beleza, pense você: o vestido devido ao vento estava colado ao corpo deixando sua silhueta a ser apreciada e mostrando sutilmente suas pernas, o cabelo ao vento entorpecendo todos com o aroma único. Dia perfeito para conhecer alguém e curtir aquele que poderia ser o melhor fim de tarde de muitos até então vividos, para tanto basta o homem ir ao "ataque". Sua presa, a mulher, está ali,o excitando, esperando para ser vitimada!

Em um dia de frio:
Ao acordar com aquele clima gélido só se pensa em duas coisas: no calor e aconchego da cama e em um bom cálice de vinho. Lá fora a temperatura está só caindo, e sutilmente os amantes se abraçam, se encaixam, permitindo-se a deleitarem-se e aconchegarem-se no calor um do outro. Sem nem ao menos uma palavra ser dita naquela manhã, os dois corpos se entrelaçam. Mais tarde, aproveitando aquele clima de sedução proporcionado pelo frio, a noite será regada a vinho. E como todos sabem: o vinho é o deleite dos amantes, a melhor justificativa para liberar os desejos mais íntimos.

Em um dia de chuva:
Como não pensar na liberdade de um dia de chuva. Poder curtir: correr, dançar, gritar em plena rua, sem ter o risco de alguém para te julgar. Chuva é sinônimo de ruas desertas. Deserta não, lotada. Ocupada com quem realmente se importa naquele momento: você e ela.  O mundo pouco importa. Problemas não existem. Buscando o álibi perfeito para fazê-la molhar-se, para gentilmente oferecer-se para secá-la. Feito isso, é oferecer seus braços para aquecê-la e pronto: já estão juntos! Pelo menos naquela noite. 

Em todos os dias
Faça sol ou chuva, dia ou noite, sempre todos os homens estão prontos para a conquista e todas as mulheres prontas para serem cortejadas. É instinto e desejo. Instinto de reprodução e desejo carnal, no caso do homem. Instinto de formar família e desejo de achar o grande amor. Um balé nada harmônico, mas lindo.

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Para vocês um post  meio safadinho. Espero que gostem.

Limão

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Tocar de novo x Ignorar

Tema: Faça chuva ou faça sol
Por Laura Reis

Ele me acompanha desde sempre, claro. Por um período da vida (escolar, inclusive, mas não exatamente na escola de fato) eu pude aproveitá-lo ao máximo. Lembro como se fosse mês passado - já que não é tão nítida a lembrança, quando dava pra curtir a tarde toda. Toda mesmo. Depois do almoço atéééé o quase anoitecer, sabe? Eram horas em sua função.
Não tenho lembrança de antes disso, não. Mas pelo que dizem de como eu era, mesmo dentro da barriga, faz algum sentido toda essa dedicação por anos.
Atualmente perdi um pouco o tino. Parece mais nostalgia, querer fazer pra ser como sempre foi, do que de fato acontecer por uma razão atual, sabe? Mas ainda adoro. Ainda me faz sonhar acordada e, antes mesmo de me levantar pela manhã, querer um pouco mais. Porém, responsável que sou com o trabalho e perdedeira de tempo nos momentos de lazer, acabo deixando pra abusar mais no fim de semana. Inclusive saudades.
É meio assim, independente do tempo lá fora, minha relação com o sono, do verbo dormir e da ação clicar em “Tocar de novo” em vez de “Ignorar” o despertador.

domingo, 1 de dezembro de 2013

As meninas e O Tempo

Tema: Ouvi e curti
Por Rafael Freitas


No fim de semana passado, o Cantus Quatro (quarteto vocal do qual participo) fez duas apresentações: na sexta-feira em Pouso Alegre e no sábado em Pedralva.

Temos uma relação muito especial com Pedralva. Mais que parceiros, temos grandes amigos de lá. Em Pedralva foram gravadas as bases para o CD Cantus Quatro. Uma das músicas do álbum, Assombração, é de Zé Helder, mais um amigo da cidade. No ano passado, acabou a luz na hora do nosso show, mas as pessoas voltaram mesmo depois das 00h40min para nos ouvir cantar (um dos momentos mais emocionantes da nossa história).

E desta última vez não poderia ser diferente. Fomos tomar um café na casa do Matheus Macedo, um desses amigos tão queridos, responsável pela percussão do nosso cd. Ele nos mostrou no celular um vídeo de duas garotinhas cantando uma de nossas músicas, O Tempo. Gente, vocês não imaginam como isso foi emocionante! A sensação de dever cumprido, a satisfação, o carinho, o ânimo para continuar.

Elas foram no show e, claro, quando cantamos O Tempo a canção foi dedicada a elas. Que mal sabem como nos tocou aquele vídeo. 

E é isso. Quando se escolhe seguir de mãos dadas com a Arte, essas são as flores que se colhe e vislumbra pelo caminho.

Com vocês, Bia Lima e Lis Monti!






sábado, 30 de novembro de 2013

Viciadinha

Tema: ouvi e curti
Por: Nina Reis

Acredito que quase todos sabem que amo X Factor, não importa de onde seja.
Rosaninha gravou várias temporadas pra mim e nos últimos meses as minhas descobertas musicais têm sido através dos vídeos que vejo e até poderia citar milhares delas, mas não farei isso, é claro. Então, deixo pra vocês uma música que amo demais e escuto sempre.
It Must Have Been Love, música originalmente cantada por Roxette, mas aqui numa linda versão cantada pro Drew Ryniewicz participante da primeira temporada do X FACTOR USA

Espero que gostem.


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Ah... Christian Grey!!

Tema: ouvi e curti
Por: Rosana Tibúrcio


Então, todo mundo já sabe que li 50 tons e seguintes e adorei. Em vários aspectos. Meio mal escrito? Foda-se!!!
Dentre muitas coisas que gostei uma delas refere-se às canções que a autora E L James utilizou para compor suas obras (hahaha).
E um dia resolvi anotar as músicas, procurar no youtube, ouvir e... parei em The First Time Ever I Saw Your Face. Procurei logo com Roberta Flack que foi a cantora referenciada no livro. E ME APAIXONEI!!!
Curtir chega a ser cafona, é irrisório, peguei mesmo foi amô. Eu me emocionei...
Só que... tem muita gente que canta essa canção, e bem, e muito lindo. Amei todos. Vou deixar os links como uma prestação de serviço, pra mim mesma... pode ser que vocês jamais clicarão nos ditos (hahahaha este post é meio que um arquivo meu, sacumé?).
Como se não bastasse, Ulisses, meu genro fofis, me apresentou, semana passada a canção com o Elvis Presley, justo com ele eu ainda não tinha escutado.
Sintam-se à vontade e façam suas escolhas entre: Mary Hopkin e Bert Jansch (que não sei quem são, mas amei), Johnny Cash (meio devagar, mas Cash é indiscutível), Diana Ross (nuuu), Alison Moyet (lindo), Glee (seriado, né?), Matt Cardle, do X Factor (Marininha quem me apresentou), Leona Lewis (belíssima, a moça e como ela canta), Celina Dion (maravilhosa, maravilhosa, 2º lugar) e, por fim, mas a melhor das melhores, ela, a linda Roberta Flack (de voz, claro), a citada pela E L James, ela que foi fundo musical de uma das cenas mais linda e que mais me emocinou no livro (juro, gente, juro que é linda. a cena). O que é romântico sim, tudo bem, meio safado, mas romântico... e a canção é de chorar...
Curtam, é tudo muito lindo, e emocionante!!



Uma linda quinta-feira para todos vocês, meus amores, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há amô, muito amô pelas canções e vozes românticas...   


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Entre tantas coisas

Tema : ouvi e curti
Por Vanderley José Pereira

— Como foi seu dia?

— Tem certeza que quer saber, mesmo? Meu dia começou você sabe bem como foi. Aquela cama que quebrou no meio da noite fez minha coluna doer o dia todo. Um inferno. Acordava a cada cinco minutos devido ao diurético que estou tomando para controlar a pressão. Você nem viu; estava morta na cama roncando como uma suína. Acordei às seis da matina, duas horas antes do previsto, devido ao seu ronco. Não tomei café, como você sabe, pois não tinha pó. Sem café no café da manhã eu não valho nada, e fico de péssimo humor. O carro logo cedo quebrou, nem deu para dar a partida, então tive de ir de ônibus. Perdi a primeira condução, cheguei ao trabalho com uma hora de atraso. Sem contar que quando peguei a maldita condução, tinha um infeliz ouvindo Caetano Veloso com aquelas músicas sonolentas no máximo. Um saco. Não que eu não goste da sonoridade, mas hoje não era dia.  Tinha um menino ao meu lado que estava chupando um pirulito e a baba dele escorria quase que encostando em mim. Nisso, preferi ficar de pé. Acho que foi até pior, pois tinha uma senhora com um fedor de cê-cê insuportável.  Pior que cebola podre. E não para por ai, ela estava acompanhada de um bêbado que queria puxar assunto comigo. Ele estava oscilando do cheiro da pinga com o de um gambá morto. Que hálito horrível. Mas, enfim, cheguei ao trabalho, com atraso, mas cheguei. Por isso, levei uma bronca do meu chefe na frente de todo mundo. Fiz três planilhas de orçamento detalhadas e quando fui mostrar para meu chefe, meu PC deu pau. Perdi tudo! Tive de fazer tudo novamente.  Levei mais um esporro, pois ele achou que eu estava mentindo. Não almocei, pois tinha de entregar essas malditas planilhas hoje. Quando fui lanchar, por volta das cinco horas, a lanchonete não tinha mais nada e a comida que eu tinha levado havia azedado, então fiquei só com o café-água-de-batata-coado-em-meia-suja da empresa. Fiquei o resto do dia com queimação estomacal. Descobri que meu melhor amigo está entre a vida e morte. Acidente de carro na rodovia. Esqueci de te contar, a empresa também está com problemas orçamentários e para não despedir ninguém está fazendo cortes de custos. A começar pelo ar condicionado. Agora você pensa: nesse calor de quarenta graus, com mais de 50 funcionários no espaço reduzido que lá é, imagina o calor? Aquilo tá a visão do inferno. Não posso esquecer de te dizer, meu colega de departamento me traiu, apresentando o relatório que eu fiz e que fará a empresa economizar muito dinheiro. Descobri que os fundos que nós investimos na bolsa não valem nem mais um vintém, ou seja, estamos endividados. Não sei como faremos para pagar a parcela deste mês do carro.  Quando eu já estava a caminho de casa, minha calça rasgou no meio das pernas, me deixando exposto. E aconteceu ainda uma tragédia: faltando várias quadras para chegar ao ponto onde eu ia descer, o ônibus deu uma freada brusca e acabei sendo arremessado para frente, indo de encontro a uma mulher. Ela achou que eu a estava “encoxando” e me deu um tapa. Por isso, fui expulso do ônibus e me vi obrigado a vir embora o resto do caminho a pé. Estou com uns três calos, no mínimo. Em suma, meu dia foi uma porcaria.

— Amor, eu te amo!

— Sabe amor?! Eu não só gosto, como também amo ouvir você dizer isso; é o que me dá forças para continuar. Também te amo.
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Limão

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Repeat

Tema: ouvi e curti
Por Laura Reis


Fuck the world off - The Kooks

Todo meu amor do mês por esta canção. E ainda bem que esse era o tema dessa semana, não é mesmo?
Ps.: certa vez me disseram (oi Joyceeee) )que eu era gêmea de um dos rapazes da banda.

sábado, 23 de novembro de 2013

Momento de agregar

Tema: Livre / Cor
Por: Nina Reis - *a rainha das rimas

Cada cor agrega o seu valor

Laranja – laranja 
Rosa – batom 
Azul – céu
Marrom – bombom

Amarelo – sol
Vermelho – paixão
Branco – lua
Cor de pele – tesão

Opaco – papel
Verde – esperança
Roxo – machucado 
Colorido – lembrança

Preto – luto
Ouro – vitória
Cinza – receio 
Salmão – comida japonesa 
ashuashuashuashu 

*se tem o rei do camarote, porque não ter a rainha das rimas?

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Deslocada

Tema: livre
Por: Rosana Tibúrcio

Sempre andou na contramão. Não ao dirigir, claro; é deslocada, não louca ou burra.

Mas aquela história de que as todas as jovens tinham que usar meias três-quartos não se tornou um hábito ou motivo para gastar seu minguado e suado dinheirinho. Optava pelas pernas descobertas porque eram bonitas, “e pernas bonitas de moças bonitas foram feitas para serem apreciadas”, dizia o avô, que tinha bom gosto como os moços todos que olhavam para as dela em vez de para as das meias da modinha. E em tempos de botas de cano baixo, médio ou longo, usava seus saltos altos e finos que continuavam a atrair olhares deles e delas. Delas de entojo; deles de cobiça.

Para não ficar só nessa de pernas e aparente vazio - assim como as meias três-quartos, botas e saltos - enquanto as amigas estudavam inglês ou espanhol, quis mais e demorou quase um ano para encontrar um professor de russo. Aprendeu. Fala fluentemente. E as amigas perguntavam: “Para quê? Onde vai falar essa língua louca e com quem?” Com ele, o armênio mais lindo do mundo que conheceram em Nova York. Foi só ele contar de onde vinha que ela se pôs a praticar tudo que aprendera nas aulas complicadas. O lindo só teve olhos e boca para ela. As amigas se mordendo. Ela sorrindo.

De volta ao Brasil, com o armênio a tiracolo foi a vez dela ensinar ao moço lindo, sua língua; apresentar as comidas e hábitos locais; e, principalmente, as canções e cantores brasileiros de maior destaque. Começou com os clássicos da música popular brasileira não só por uma questão denominada cultural, mas porque eram seus preferidos. Enquanto as amigas ouviam pagode e similares ela ia de Vinícius, Tom, João, Elis, Caetano, Chico, Gil e companhia. Ela parou na turma dos "clássicos" pensando ter sedimentando o gosto dele.

E assim, as lições musicais corriam soltas pela casa do casal - que aboliu tempo de namoro, noivado e partiram logo para "vamos morar juntos?" - até o dia que ele voltou para casa com mais de dez discos: de pagode, músicas denominadas bregas e outras canções dissonantes das que ela havia lhe apresentado, porque "os meninos do trabalha ouve essas, eu gosta, você nunca mé mostrô".  

E então naquela casa só se ouvia, nas horas que o armênio estava nela, Alexandre Pires Fábio Júnior, Roberta Miranda, Paula Fernandes e afins. Os dois estavam craques, aliás, nos passinhos de pagode. 

Foi então que ela retomou os estudos de Kierkegaard a fim de ter uma compreensão mais ampla da natureza humana, com enfoque no armênio; distinguir a ilusão romântica de que "ouviremos as mesmas canções, meu amor", da realidade que se apresentava; e entender, acima de tudo, que a verdade que interessa é aquela vivenciada pelo armênio, pelas amigas das meias três-quartos e da agora série 50 tons de cinza, em vez de livros melhores, como os que ela aprecia e lê. A verdade que interessa não é só a verdade dela. 

Tem sido uma luta estudar, e compreender - quiçá gostar; preferencialmente respeitar -, alguns gostos dele e delas, as amigas. 

Mas sabe que continuará na contramão de muita coisa como: dirigir seu jipe verde, em vez de carros mais populares e, sobretudo, ouvir as melhores canções, segundo o gosto dela. 

É, a deslocada tem que estudar muito...


Uma linda quinta-feira para todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje houve o fator sorte ou azar, depende dos olhos de quem viu/leu: fechar os olhos, abrir o dicionário e apontar uma palavra para virar tema. Por isso um texto aparentemente deslocado dos meus demais... 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Rabiscando ideias num voo rasante

Tema Livre
Por Vanderley José Pereira

Imagem retirada de um blog com o nome sugestivo: Histórias com(n)vida

   Como escrever?  Sinceramente, não sei. Uma crônica pode nascer de experiências da vida de um personagem fictício, que nada ou muito tem a ver com você; da infância com suas maravilhas, tais como a falta de responsabilidade e aquela festa de aniversario prometida; do amor –  talvez o assunto mais recorrente entre todos os temas – que tira o sono, que faz você chorar ao ouvir uma musica, que faz a vida mais bela e blá blá blá...

   Um texto é feito de impressões, emoções, sentimentos vividos ou não pelo autor. Quando eu digo que pode ser feito pelo que o autor não viveu, não quero dizer que ele não tem conhecimento do tema, mas pelo contrário, muitas vezes é melhor escrever algo que não é pessoal, pois as informações ficam mais fidedignas. 

   Um texto tem que saber onde almeja chegar. Um fim surpreendente é um bom passo para o leitor gostar do texto. Um início envolvente, nem se fala, é de suma importância. Ali, em menos de um minuto você terá a garantia se o leitor continuará lendo seu texto. Uma analogia: é como um encontro entre dois amantes, em que a primeira impressão resumirá naquele momento o que você é, e se acontecerão novos encontros. Então se dedique a essa fase. Use e abuse da criatividade, mas nunca subestime o leitor. O caminho entre o início envolvente e o fim surpreendente é o que faz de você um escritor. Um escritor usa as palavras, fazendo delas uma teia bem construída e amarada. Somente um escritor sabe conduzir a emoção (e fazer a emoção, por que não?) do leitor, sem nem ao menos o leitor sequer saber que é conduzido (induzido, manipulado) em um caminho desconhecido.

   Não sou um grande escritor, tampouco almejo isso. Visto que minha criatividade não é um mar, no máximo uma pequena fonte de água limpa e translúcida. Essa analogia é explicitada neste texto. Explico. Quando tenho a possibilidade de escrever algo sem amarras, me sinto preso sem saber pra onde ir, como neste texto que teoricamente é livre. Matutando acerca desse dilema, então pensando na liberdade de um pássaro, fiz esse texto para libertar escritores que estejam presos assim como eu estava. 

   De posse dessas dicas te digo: permita-se, arrisque e brinque; leve o ato de escrever como uma brincadeira, não se cobre. Deixe seu texto voar. 

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Oi! Hoje estou abusado e me achando. Brincadeiras a parte, esse texto saiu meio sem querer.

Limão

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Qual a cor da nostalgia?

Tema livre/ Cor
Por Rafael Freitas


"Desci as escadas correndo, atrasado pra aula. Ao abrir o portão, olho pra cima e vejo as cores mais lindas no céu.
Um fim de por do sol mesclado, rajado de tons avermelhados, alaranjados, rosados.
Cores não fabricáveis. E as mais bonitas.
Olhando pra baixo, uma Lua gigante, reinando lá em cima. Prato cheio pra qualquer romântico sair suspirando e pros curiosos tentarem enxergar São Jorge.

Me senti tão feliz por poder ver aquilo! Mesmo rapidinho!
Queria pintar o teto do quarto daquele jeito. Mas como já disse, não eram cores fabricáveis.
Era uma visão pra se guardar!
E pra reforçar que a vida vale ainda mais pelas suas coisas simples.
Opa! Que de simples não têm nada! Imagine pro céu se pintar com aquelas cores todas??? Não me parece nada simples!
Simples é levantar os olhos e saber apreciar!"



Saí por aí procurando inspiração para o post de hoje. E eis que chego no Pedra, Flor e Espinho, meu primeiro blog, de onde retirei o texto acima. Foi postado em maio de 2007. Foi ali que comecei a brincar, postando sobre fatos corriqueiros ou especiais. Foi ali que comecei com todos os diminutivos, com as "crisezinhas" e os "coraçõezinhos".

Não resisti: reli algumas coisas. E refiz algumas cenas aqui dentro, procurando na memória rostos, cenários, paisagens para aquelas descrições. Tem momentos importantes registrados ali: o nascimento do primeiro sobrinho, a primeira vez que assisti ao Le Bizarre, a primeira viagem para Patos de Minas. E amizades começando nos comentários (inclusive com a mainha Rosana Tibúrcio).

Muitas coisas mudaram desde então. E é bom que seja assim. Outras, nem tanto: ainda acredito na essência do texto aí de cima.

Eu só queria de volta a facilidade e a dedicação que tinha para escrever naquela época. Sem os diminutivos. rs



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pra não deixar de postar

Tema livre
Por Laura Reis

Hoje não foi o meu dia mais corrido nem daquelas noites que a minha internet não funciona nem a custa de levar o computador pro lado do modem*.
Não foi o dia do mês que eu mais estive doente, preguiçosa ou apática.
Hoje foi um dia 18, dos que gosto. Pós-feriado-fim-de-semana-com-direito-a-dias-com-três-lindos-e-festas-e-!!
E foi um dia que passou rápido, sem querer. Bom também.
Hoje continuo carregando uma rouquidão, do tipo que me mostra que ainda não sei cuidar de mim mesma e que mudei um pouco, porque já converso mais (mesmo que não seja nada muito assim).
Hoje adiei uma arrumação aqui, uma limpeza ali, mas fiz compras importantes. Obrigada, família.
Hoje apenas deixei o dia passar e esqueci e deixei pra depois e ok, eu posto então. Tema livre não me dá liberdade nenhuma, mas amo vocês.
Hoje pensei em apelar pras rimas, pros top 5, pros links de vídeos ou pras citações bonitas. Mas hoje fiz outra página de ~diário.
É isso.


*ok, tive que.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

De cores e sentimentos

Tema: cores
Por: Rosana Tibúrcio

Minhas reflexões são brancas, pois suavizam alguns sentimentos que, de tão tão... podem - não sei como, por favor, não sei - tornarem-se negros. E negro é o fundo do poço. Dá para ver daqui, mesmo não estando lá.

Fico verde de raiva quando alguém resolve dar palpite em minha vida; pensar que quero discutir determinado assunto; chegar atrasado num compromisso; esquecer ou deixar de me pagar.

Bege fico quando vejo uma cena que considero esquisita, incompreensível, como mulheres se pegando com desconhecidos; homens traindo sem razão; homens e mulheres dando rasteiras em seus pares. Não só amorosas, não só sexuais, rasteira apenas. Meu bege é direcionado ao que o outro vive e que não concordo muito; é meio irmão do verde que reflete mais em mim, se é que me entendem.

Amarela eu fico quando sinto vergonha e é uma das cores que mais odeio viver. Vergonha é entrave na minha vida, assim como é o medo vestido de roxo e a desconfiança cinza. Pintaria as prisões de amarelo, roxo e cinza, pois vergonha, desconfiança e medo são como cativeiros e não me cativam em nada. 

O que me cativa é o afeto, a amizade, a ternura... que são pintados de rosa e azul clarinho; dos clarinhos que dá vontade de comer, meio que um algodão-doce de duas cores.

Do azul mais forte e brilhante minha "inveja boa" é pintada... aquilo que não é bem inveja, mas que não sei qual nome dar, pois é algo que quero também, mas sem tomar do outro. O azul forte e brilhante é sentimento de vontade de possuir, é cor que sugere luta, sentimento não de todo ruim, mesmo sem nome definido.

Agora o que tem nome mesmo é a paixão vermelha que tenho pelo vermelho. Vermelho é a cor do meu signo; da minha preferência; das minhas vontades; do sangue que corre nas veias e que me faz apontar o que gosto ou não, sem nenhuma indecisão. Vermelho é definitivo. É certeza que nele estavam as rosas mais belas que ganhei na vida; o vestido mais bonito que tive; os esmaltes que jamais gostaria de deixar de usar; o meu lado piriguete e feliz; as minhas melhores lembranças e o que ainda vou construir.

Vermelha sou eu... e desculpem-me pela ousadia, mas sou tudo isso aí... porque prefiro e tento sempre me lembrar uma pessoa vermelha de paixão: por qualquer coisa, por quaisquer gentes, mas que sei, exatamente, quem e o que são.


Uma linda quinta-feira para todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há cores e sentimentos definidos, quiçá definitivos.


 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A vida: ao vivo e em cores

Tema: Cores
Por: Vanderley José Pereira

M2 (12 anos) - Aniversário em um parque de diversões (percepção somatossensorial): Enquanto desenhava o aluno narrava: a esquerda e acima castelo, abaixo fliperama, no centro piscina de bolinhas. Fonte: Aqui!

   Sábado de sol, fim de tarde — um dia bonito em suma —, nada fora do habitual acontecia naquele parque: vendedores de algodão-doce, crianças brincando, mulheres de meia idade conversando, senhoras alimentando os pombos, senhores (avozinhos) jogando dama e algumas pessoas avulsas que fugiam daquela aura bucólica.

   Ao fundo, próximo ao bosque e antes do parquinho, uma cena em especial chamava a atenção: uma criança por volta dos seis ou sete anos e um homem, provavelmente executivo, visto que ele estava trajando roupas passadas; e, ao fundo destes, um jovem, pós-adolescente, todo vestido de preto com correntes penduradas, sentado escorando em uma árvore e apático à vida. A cena era digna de pintura, pois fugia do esperado pelo ambiente.

   O fato é: foquei minha atenção nessa estranha composição formada por um jovem “rebelde”, um homem “executivo”, uma criança “solitária” e um parque bucólico. Notei que a criança não interagia com os demais, brincava sozinha, ou não, talvez tivesse amigos imaginários. A verdade é que não sei, mas mil hipóteses passaram por minha cabeça. O pai analisava mil papéis. Oscilando sua atenção em uma hora nos papéis e míseros segundo no filho. Dado ao correr do tempo, a criança já estava entediada — imagino —, pois não procurava mais a atenção do pai e tampouco brincava. Neste momento o pai a presenteou com um algodão-doce. 

   Horas se passaram e eu ali, fazendo o Sherlock Holmes social. Num dado momento, quando já estava cogitando buscar outra cena para ser explorada, vejo que a criança chama seu pai e esse volta o olhar em sua direção: gélido! Não sei o que ela queria, não sei o que ele disse, o que sei e que após isso o pai voltou a sua papelada e a criança saiu correndo sem direção. To-tal-men-te sem direção! Ela corria e corria, e foi em disparada na direção daquele jovem “rebelde”, o choque era inevitável. O jovem a amparou. O algodão doce estava minguando devido às lágrimas... Os dois ficaram conversando e rindo. Para minha surpresa o jovem deu a devida atenção à criança. Depois de acalmá-la, a levou ao seu pai, que não havia ainda notado sua ausência. O jovem conversou e conversou com o senhor que logo depois foi embora.

   Fiquei intrigado: o que raio aconteceu? O que eles conversaram? Tomei coragem e fui lá, conversar com o “rebelde”. Ele que de rebelde não tinha nada, foi gentil e se prontificou a sanar minhas duvidas. Disse que chamou a atenção do “executivo”, que ouviu tudo calado. E disse que iria dar mais atenção ao filho. Mas hoje ele estava daquele jeito, pois a vida tinha pregado uma peça nele, havia perdido o emprego, e sua mãe havia morrido. Só por isso tinha levado o filho no parque, para poupá-lo da tristeza que iria estar em sua casa naquele dia. 

   “o pai não era um pai ruim; o jovem não era rebelde” — eu pensei.

   O jovem continuava a me contar a historia, mas uma coisa me chamou a atenção: a criança era cega, sim cega! — isso explica o porquê dela brincar sozinha e ter corrido sem uma direção. 

   Por fim, fui-me surpreendido com o motivo do choro e a tamanha sensibilidade do jovem. Ele me disse o choro foi motivado pela criança querer saber a cor do algodão-doce, do parque e do céu; e o pai, dado aos ocorridos, ter sido ríspido com ele, dizendo que não importava, pois ele era cego mesmo. 

   O jovem disse que acalentou a criança com a emoção de sua arte: pintura. Explicou que ele disse que o algodão-doce era rosa. Mas não só rosa, assim seco, pois sabia que aquela palavra era solta para alguém que nunca havia enxergado. Então explanou que o rosa era como o algodão-doce: macio, suave, sensível, doce, e que devia ser reconfortante como o abraço de sua mãe; o parque era verde: como a liberdade, como poder brincar, se sujar, sem se preocupar com o tempo; e por fim o céu: era um lugar tranquilo, calmo e quente como o conforto de sua cama. Terminamos a conversa aí.

   Terminado meu trabalho de Sherlock Holmes, conclui que as aparências enganam, e como é bom ser enganado, neste caso em especial.

P.S.: A imagem foi tirada de um trabalho intitulado como "O ENSINO DO DESENHO PARA CRIANÇAS CEGAS: UMA PESQUISA-AÇÃO JUNTO À ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL PROFESSOR OSNY MACEDO SALDANHA" de Diele Fernanda Pedrozo de Morais (e-mail: fernandaufpr@hotmail.com)
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Oi! Espero que gostem. Foi muito prazeroso me entregar nessa historia, é ficcional, infelizmente.

Limão! 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

E se os músicos fossem categorizados por cores?

Tema: Cor
Por Laura Reis

Eu diria que Chico é marrom e bordô, mais pro lado de quente/sério, que Mallu é cor de Pitanga, mesmo. A Clarice é cinza com azul piscina, pra combinar com os olhos. Spice Girls sempre será rosa chiclete e Michael Jackson preto e branco, clássico. Leandro e Leonardo me lembram azul bandeira e Chitãozinho e Xororó um amarelo meio palha de chapéu.
E vocês diriam que eu fui bem aleatória, né? Mas sou mesmo, seja sobre música ou sobre cor. Estilo arco-íris e modo random na playlist.



Ps.: peraí, tem uma música meio assim, da Alexia, que pra mim é um roxinho, quase Djavan como ela define. 

Pps.: música + cor me lembra o melhor site de músicas aleatórias que temos por aí (um salve pros nomes das playlists e as definições e o layout e ..ai): superplayer.fm.

sábado, 9 de novembro de 2013

Grunhe Grunhe meu porquinho

Tema: Imagina na copa?
Por: Nina Reis





Imaginem na copa, que meu porquinho pode até grunhir de tanta felicidade e gorjeta, afinal, posso ter a sorte de atender alguns jogadores, gringos e torcedores que fizeram questão de pagar milhões para vir assistir um jogo aqui no Distrito Federal. 
Agora cá entre nós, aqui baixinho .... não quero imaginar a fortuna que ganhará quem puder alugar a casa, apartamento ou kit. Tem gente que cobrará na faixa de mil e quinhentos uma diária. Pode? 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Só isso mesmo

Tema: Imagina na copa
Por Taffa

Se já estou relapso com o Guaraná atualmente, numa época em que nada de tão empolgante tem acontecido, imagina na copa.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A aposta

Tema: imagina na copa
Por: Rosana Tibúrcio


- Amor, vamos ao cinema hoje? Terminei aquela encomenda da festa e hoje tô bem tranquila.
- Ah, querida, desculpa, mas combinei com a turma do serviço uma cervejinha no clube para depois do futebol. Chame uma de suas amigas.
- Ok


- Que bom que você chegou, meu amor. Ia te ligar. Hoje é aniversário da Luísa e nós vamos, tá bom? Até disse pra ela que chegaríamos mais tarde, mas como você veio mais cedo não vamos perder nada.
- Ahhhhhh, meu amor, você me desculpa, mas combinei com os meninos do clube que assistiríamos ao final do campeonato mineiro aqui em casa. Vim mais cedo para trazer essa carne para você temperar pra gente.
- Ok


- Oi amor, que bom que você ligou. Vamos ao cinema hoje já que não deu pra gente ir na semana passada?
- Ahhhh querida, liguei pra dizer que vamos pra uma cervejinha de novo depois do futebol no clube, chame suas... o que é isso? Que barulho é esse? Tá com a TV ligada?
- Tô não, tô com o celular no viva voz, minhas amigas aqui ouvindo e rindo porque ganhei a aposta.
- Que aposta?
- Apostei com elas o ingresso pro cinema, as despesas com a balada, depois do cinema e com o advogado. Ganhei tudo, viu só que beleza??
- Cinema e balada, eu entendi, mas isso de advogado, que advogado?
- O que vai cuidar de nossa separação. Se agora você só pensa e quer a companhia de seus amigos, cerveja e futebol... imagina na copa???


Uma linda quinta-feira para todos vocês, meus amores, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há previsão de diálogos parecidos com esses e desejo de que o final seja bem esse, por que né? Ninguém merece homem que troca mulher por cerveja, amigos e suas bolas (não necessariamente as bolas dos amigos haha).


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Gol

Tema: Imagina na copa
Por: Vanderley José Pereira

    Imagina a confusão: gringos, brasileiros, fanáticos por futebol e políticos.
   Muitas histórias. Essa copa promete!
     Até imagino que daria tema para um filme.
   Gol:  A história da copa no Brasil – esse seria o nome do filme.
    Ídolos do nosso futebol poderiam fazer uma ponta.
   Nada de produção nacional, esse filme seria digno de Hollywood.
   Acho que não deveria ser retratado a situação econômica do país e afins senão, viraria um documentário: poluição, desigualdade social, desastres ambientais. Vamos fazer a alegria do povo.


    Nesse filme quero ver as belezas do Brasil: Mulheres, samba, caipirinha e muito, muito futebol.
    Aquela coisas de sempre, que os gringos gostam!


    Coisa que não pode faltar nesse filme...ãhh?  O Pelé. Afinal é o nosso maior garoto propaganda lá fora.
    Outra coisa que não pode faltar é o biquíni, tipicamente brasileiro, aquele que deixa tudo à mostra, que o mundo adora ver no corpo de nossas mulatas.
    Para findar digo e afirmo: imagina na copa?!  Os problemas sociais e companhia ficariam no escanteio, o importante seria o futebol. Todos vão tentar vender uma imagem perfeita do nosso país. Uma imagem cheia de preconceito  e clichês.
    Afinal, somos o país do futebol.

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Oi gente! Vou dizer a verdade: queria eu ter postado o que o Rafa postou. Achei ótimo. Mas, fazer o quê? Então, e isso aí que temos para hoje. Beijos

Limão

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sim, sinto vergonha

Tema: Imagina na Copa
Por Rafael Freitas



Se agora já não tô postando toda semana, imagina na Copa!


(Sem contar no tanto que eu gosto de futebol e sei falar de questões político-sociais... rs)