quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Dizem que coisas boas aconteceram sim, em #2016 mááá oppps num lembro

Tema: top 5
Por: Rosana Tibúrcio

Esse 2016 teve muita coisa ruinzinha, mas láááá no 5º item destacarei uma boa.

- Tal qual Roberto Jefferson trombei com um "Dirceu" que me provocou os piores instintos primitivos;
- Roubaram meu voto pra Dilma e não engulo isso é nunca;
- Da minha cirurgia de catarata, porque não pude me resguardar como devia, adquiri moscas volantes que ó... né possível. Como se não bastasse fui a uma otorrino pra ela me indicar um aparelho de ouvido porque não ouço bem do esquerdo, o Brasil inteiro sabeee, e sai de lá sabendo que tava com tímpano direito furado e que deveria fazer três cirurgias ou duas, e foi aí que abri minha agenda cirúrgica;
- Muita gente bacana no mundo, no Brasil, parente meu e de gente que amo morreu nesse ano de cruz-credo;
- e obaaaaa, o item bom: contar procês que hoje, primeiro de dezembro, é o último mês de 2016. Viva!!! Tá cabanu, tá cabanu.


Uma linda quinta-feira pra todos vocês, meus amores, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há vontade de não mascarar coisa alguma... e assumir que esse foi um ano de boxxxxta.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Coisas boas aconteceram, sim, eu também juro #2016

Tema: Top 5
Por Nina Reis



Foi um ano de mudança, de muito aprendizado, de decisões, de erros e acertos, de criações, inovações e muito, muito amor.

em destaque:

- cantinho novo (casa, bairro, vizinhos e comércio)

- viagem delícia pro RJ

- romance

- novos atendimentos


-alguns segredinhos rsrsrs

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Coisas boas aconteceram, sim, eu juro #2016

Tema: Top 5
Por Laura Reis

2016 foi o clássico ano do 7x1, mesmo não tendo sido nele, né mores?
Mas lá no início dele eu me propus a garantir que uma coisa por dia, pelo menos, fosse anotada num belíssimo bloco de notas, para ser lembrada com carinho ao final de toda essa palhaçada. 
Já posso garantir que tivemos bons resultados, mesmo faltando um mês aí pro universo nos presentear com um acerto na loteria, um pedido de casamento no meio do estádio ou quem sabe simplesmente aceitando que já teve chateação demais e que dessa vez não haverá nenhum pavê, pacumê ou e os namoradinhos, minha filha

Em anexo, os bons destaques até esse amado novembro 
> aniversário mais bombado da webmania 
> um abraço apertado no Silva
> a combinação astral de férias + emprego novo
> aprender a fazer arroz?
> gilmore girls remembers

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A louca do barulho

Tema: medo aleatório
Por: Rosana Tibúrcio

Talvez eu seja a pessoa mais medrosa que conheço nesse mundo de meu Deus, e eu me conheço muito bem, sacumé? Só que a maioria dos meus medos tem justificativa.
De cachorro, por exemplo, vai que ele me morde... e me lambe? Pavor de lambida de cachorro! Gato pode me arranhar. Rato, subir nas minhas pernas. Piscina pode me afogar. De certa altura? posso cair... e por aí vai. Explico, justifico sim, evocêqueéfeio?

Mas há um medo bem aleatório que sinto meio sem explicação. É algo bem pavoroso pra mim: tenho medo de barulho de coisas inanimadas. Nem precisa ser barulhão, no caso.
Sabe quando a água da rua acaba e volta, exatamente, naquele momento em que você abre a torneira? Aquele xáxuáxuuuuááá mei que me mata e já corri dum desses sim, confesso. E água quando começa a encher na caixa d'água? Já fui pro meio da minha rua pra ver se achava um homem pra me acudir. Não achei, chamei seu Adolfo, ele chegou, não parou de rir e, muito provavelmente, tá rindo de mim até hoje. Ah se eu pego, estraçalho aquele homem seuAdolfocuticuti. Não, eu não fico num lugar em que a caixa d'água tá enchendo e fazendo barulho, não tenho nenhuma estrutura psicológica pra tal coisa. E balde quando cai com o vento??? Portão que bate sem mais nem menos? Telefone que toca do nada? É cada susto e penso que um dia morro desse medo de inanimados.

Fantasma? Ladrão? Quase nenhum receio. Fico de janela aberta até de madrugada, vou em lugar que morreu gente, nem pisco. Mas sabe fiat? Que quando cê desliga continua o barulho?? Já tive um desses e, francamente, eu desligava o fdp, fechava a porta e corria lá pro meu quarto. Nem por reza ficava na garagem caquele barulho. Jesus, tomava conta!!!

Fico pensando sobre esse medo, tento resolver... faaaaz tempo alguém me mandou ir prum psiquiatra e tal... não fui até hoje nem foi por medo, sabia? O problema é o valor da consultazzzz mas isso é papo pra outro post, enquanto isso continuo com meu medo aleatório que é pra contar e ouvir cês tudo rindo de mim!!!


Uma linda quinta-feira pra todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há uma torneira com água da rua voltando SOCORRO ME ACODE DEUS!!!


terça-feira, 22 de novembro de 2016

Medo de ter medo de ter medo*

Tema: Medo aleatório
Por Rafael Freitas


A gente pensa muito, né?!
Então.

Já pensou se você vai lá, preparado pra dar sua aula, mas aí um bendito de um aluno do Ensino Médio te faz uma pergunta que você não sabe responder? Isso porque, pra chegar na sala dele, você acabou de passar embaixo daquela aranha gigante ali entre as madeiras do telhado. Já pensou se ela cai em você?

E quando você vai cantar, já pensou se esquece a letra ou falta o ar e aí adeus uma palavra inteira da música? Ou se dá um branco e você esquece aquele texto que estava decoradinho e ensaiado?

Ou então, sabe quando seu sobrinho vem querendo brincar no seu quarto, ficar com você no computador, e não há sossego de olhar a cama encostada na parede perto da janela que é super alta? E quando alguém te pede pra subir no último degrau da escada e esticar os braços bem alto que aí você consegue tirar ou colocar, sei lá, um painel ou um cartaz? E ainda diz: _fica tranquilo que eu seguro a escada! E se, no tombo, cair em cima da pessoa que segurava e aí serão dois machucados com uma tombada só?

E com esse tanto de livro bom e música boa e filmes e séries incríveis que vão surgindo sempre... Pode ser que nunca dê tempo de ler e escutar e assistir tudo o que você gosta, já pensou? E aquele seu objetivo de vida que nem é mais ser feliz, que esse já anda tão batido, né?!, e nem a tal realização profissional, que isso também você tem que dar um jeito, mas é aquela coisa de ser bom e fazer o bem e tudo? Já pensou se não der tempo?

E já pensou se você morrer sem conhecer a França? A Grécia? A Itália? Fernando de Noronha? As mil praias nordestinas? Aquelas grutas com laguinhos azuis espelhados?

Alias, você vai morrer um dia. Já pensou?

Pois é. Eu penso.
Dá medo, não dá?


* Trecho da música Daniel na cova dos leões, Legião Urbana.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Ownn.. um monte de crianç, ai.

Tema: Medo aleatório
Por Laura Reis

Quem me conhece, sabe (aquelas conhecidas..) que eu amo as crianças. Eu amo o quão inteligente elas se tornam, como são espertas nos primeiros meses, como são bochechudas ou massudinhas nas pernas e braços bons de morder, como elas sorriem com os olhos e com os dentões, como elas não falam o R direito, como elas crescem rápido, meu Deus.

Talvez o que ninguém saiba é que, quando elas estão em grupo, o único sentimento que tenho é: medo. Talvez seja pavor, mas vamos de medo mesmo.

Passar na porta de escola infanto-juvenil às 17h30 pra mim é um grandessíssimo desafio. Por vezes, atravesso ruas, mudo de calçada, dou a volta no quarteirão.

Eu sei lá, elas parecem indefesas, mas eu já estive ali naquele meio e eu sei que não são. Eu sei que elas colocam o pé mais à frente para fazer os outros caírem, eu sei que elas não disfarçam a risada se alguma coisa em suas direções estiver “fora do padrão”, eu sei que elas começam brigas aleatórias do nada e que mochilas podem ser arremessadas em quem quer que seja, eu sei que elas não se importam com o que há em volta exceto fazer um gol imaginário, mesmo que a bola bata na cabeça de um transeunte que sempre, sempre, sempre sou eu.

Não são nem dez minutos passando em frente a esses pequenos bandos de crianças gigantes, mas são anos de envelhecimento adquirido por preocupação e agonia de minha parte.

E eu nem tenho cara de adulta direito pra colocar uma moral só em existir e passar né.. Aí, sei lá, fico pensando... tadinha de mim.