segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Pequenas grandes alegrias

Tema: Dez felicidades
Por Laura Reis


Ter uma tarefa aprovada sem alteração.
Fazer rituais de beleza, como aplicar máscaras faciais e capilares, usar esfoliante, passar milhões de cremes no rosto, fazer as unhas.
Tomar um banho completo (lavar os cabelos e fazer os rituais acima), com música e sem pressa.
Saber que posso ir em casa no horário de almoço.
Olhar em volta, durante uma festa de família, e ver todo mundo conversando e se divertindo.
Trocar mensagens com flertes recíprocos.
Saber que meu saldo está positivo e que há uma pequena poupança sendo alimentada.
Acordar com alguém amorzinho do lado.
Me empolgar com uma música, conferindo letra, relendo, repetindo e decorando até não cansar.
Acordar e saber que posso dormir mais um pouco.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

#Vem2017

Não que estejamos de férias de nossos empregos no mundo não-virtual.
Mas enquanto pudermos nos presentear com alguma mudança em nossas rotinas nessa época do ano, a gente aproveita, né?

Aproveitamos ainda para deixar registrado que nossa expectativa para o próximo bloco deste Guaraná é, além de um novo layout, uns goles de assiduidade. Nada de não ter quatro posts por semanas hein cambada?

2016 não foi fácil não, mas com amor faremos esse 2017 ser bem bom e completinho como deve ser.

Beijo e abraço apertado em cada um que frequenta esse cantinho que, mesmo um pouco empoeirado, a gente ama demais.

Em quatro semanas estamos de volta.
Até 2017!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Quer ser solidário?? Cê pode, mas só se os chatos permitirem...

Tema livre
Por: Rosana Tibúrcio

Ando pensando a respeito de como parte da humanidade pensa que é, de fato, solidária, mas é mais que isso, é chata; e de como, outra parte, quer ser solidária, mas não pode porque né??? Essa primeira parte aí não permite.

Eu me recordo daqueles atentados em Paris, um deles na boate Bataclan... e de como alguns brasileiras se solidarizaram, nas redes sociais, com o sofrimento das vítimas. Houve ali, mais que um atentado à humanidade, houve um atentado ao diferente. Bom, até aqui, tudo isso é sabido. O que me incomodou naquela ocasião foram as manifestações contra quem expôs solidariedade. "Os assassinatos no Brasil ninguém vê", "tantos morrem assassinados nas favelas do Rio e tem gente mudando perfil no FB?" "e os refugiados da Síria?" etc., etc. e tal. Pulo.

Mais e mais tragédias brasileiras e mundiais...e eis que chegamos à tragédia chapecoense. E nó... de uns que li frases como as que destaquei acima, dessa vez li algo como: "que lindo o que fizeram no mundo inteiro em homenagem aos jogadores, jornalistas e demais vítimas do acidente com o Lamia." Então, nesse caso, nos foi permitido solidarizar com as famílias e vítimas? E os não brasileiros que assim se manifestaram tiveram um lindo gesto humanitário, foram solidários, houve compaixão? Foi isso mesmo que li? Pulo.

Atentado em Berlim. Caminhão atropela não sei quantos. Terrorismo. Tragédia mundial. Uns se solidarizam, claro. Mas aí vem a turma do "pra isso não pode" dizer sobre e, de novo, citar os assassinatos no Brasil e, agora, a tragédia triste e duradoura em Aleppo. Pulo mais alto.

O que gostaria de saber é como se processa o julgamento desse povo em relação à compaixão alheia. Porque o meu julgamento em relação a essa turma se processa assim: caralho, vai tomar conta de sua compaixão que tomo conta da minha; deixa que me compadeço com o que quero me compadecer; o fato deu ter empatia com vítimas de uma tragédia atual não quer dizer que eu não me compadeço como outras vítimas de inúmeras outras tragédias.

Sei que não tá fácil ser a gente mesma nesse mundo atual. Inclusive eu queria mudar o pensamento desse povo que acha que tem o poder de permitir sobre o que posso ou não sofrer mais. Estaria também agindo como a turma da censura solidária? Não sei responder corretamente, mas a impressão que eu tenho é que essa minha vontade é menos invasiva do que a desse povo ditador de sofrimento alheio. Pois, me parece que essa minha vontade permitiria que outros indivíduos fossem menos invasivos, fossem mais solidários com a solidariedade alheia. Ou tô errada??


Uma linda quinta-feira pra todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há um dozinho de mim porque o calor aumentou e com ele minha senzala não rende tanto. Posso ter esse tipo de dó de mim mesma ou só posso ficar sofrendinho pelas vítimaszzzz? Obrigada. De nada!!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Feijoada de novela

Tema livre
Por Laura Reis

No almoço de domingo, o filho mais velho sai às pressas, com a testa franzida dizendo que precisa mesmo ir embora, sem se despedir.
A mulher, que ficou para trás com as duas crianças, olha assustada enquanto todos a encaram.
Uma tia pega na mão dos meninos e os leva para fora, onde as outras crianças brincam de pique-esconde, sussurrando "esse pai de vocês hein? nunca teve juízo mesmo".
A mãe, encara a nora questionando o que é que ela fez dessa vez enquanto o sogro retruca "a gente sabe muito bem que ele não está em sua melhor fase, né?".
O sobrinho lembra que o tio estava mexendo muito no celular e quando a irmã solta de lá o nome de uma mulher, ele completa dizendo que deve ser essa aí mesmo.
O irmão mais novo lembra que naquela semana ele reclamou que não conseguiria comprar o presente de Natal para a mulher, então deduz que era o banco ligando e cobrando o pagamento da fatura.
Mas domingo? - questiona a afilhada. Deve ser uma amante mesmo, sei lá, meu tio é tão bonitão, né?
O sobrinho mais velho tenta mudar de assunto, mas toca exatamente no nome do ex-noivo da mulher do filho mais velho e aí vem mais um monte de suposições ora sussurradas, ora ditas na lata mesmo.
Teria ido tirar satisfação com o ex? Um filho fora do casamento bateu o carro? Um amigo bêbado pediu ajuda pra pagar a conta do bar? Recebeu notificação de invasão na casa?

Enquanto todos criavam suas próprias novelas, ele abria a porta de casa e corria para o lavabo pensando que essa mania de não conseguir usar banheiro dos outros tinha logo que acabar.
Assim como a feijoada do domingo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Bate-bola, jogo rápido - Rosana

Tema: último-bloco-de-frente-com-gabi-pense-rápido-responda-logo-ano-tá-acabando
Por: Rosana Tibúrcio

Um meme? Eu tô é passaaada!!!
Última música que ouviu? Da minha playlist do spotify “Mais tocadas no seu 2016”: O Silêncio, com Amelinha.
Uma rede social? snapchat
Um cheiro? de tinta
Uma palavra? contínua.
O que te deixa feliz? Atualmente é assistir série de banho tomado, sem fome, temperatura agradável e sem ninguém pra me interromper.
Planos pra 2017? Coisinha pouca: trabalhar pouco, gastar menos, ter dinheiro sobrando, ver e ouvir melhor.
Como vai você? Ué, tô até bem e tal...
O que você queria estar fazendo agora? queria estar tirando esse “queria estar fazendo” daqui hahaha
Uma frase pra vida? Eu vou morrer sem entender.  
Uma despedida? Adeus, 5 letras!

Uma linda quinta-feira pra todos vocês, meus amores, pois nas quintas há sempre algo diferente no ar e hoje há um jeito fofis de despedir do Jôzinho Soares mesmo não sendo ele que fala bate-bola, jogo rápido, sacumé???

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Bate-bola, jogo rápido - Nina

Tema: último-bloco-de-frente-com-gabi-pense-rápido-responda-logo-ano-tá-acabando
Por Nina Reis
Um meme? Senta lá
Última música que ouviu? Trem Bala, Ana Vilela
Uma rede social? Instagram
Um cheiro? Café e pipoca
Uma palavra? Amor
O que te deixa feliz? Me dê um pote de nutella e entenderá perfeitamente
Planos para 2017? trabalhar, viajar e aproveitar
Como vai você?... Precisa saber da minha vida? Vou bem
O que você queria estar fazendo agora? Estar com um singelo balde de sorvete de chocolate e alguns cascões
Uma despedida? Beijo, tchau. Volta logo.