sexta-feira, 31 de julho de 2009

Um fato inusitado.


Olá guaranetes, convidetes, amiguetes [e tietes da Ivete].

Hoje vou relatar uma situação que presenciei num 'findisemana', quando resolvi dar uma caroninha para minha querida amiga massoterapeuta das celebridades - vulgo Nina - até a casa de sua vozinha.

Bem, após ter 'passado a noite' na casa de Rosaninha curtindo a presença de meus ilustríssimos amigos que moram um pouquinho longe de mim [Flavíssima e Ráfa], decidi ir para casa. Motivo: já estava mais que precisando de um bom banho e senti que, se eu não fosse embora logo, ia sobrar louça pra eu lavar [mentira essa última, rá!].
Pois é. Acontece que, quando eu estava me despedindo de todo mundo, a Nina resolveu que pegaria uma caroninha comigo, já que meu caminho de volta era no mesmo sentido do que ela precisava ir. Trânsito vai... Trânsito vem... Eu e Nina papeamos sobre várias coisas e eu decidi acompanhá-la até a casa de sua avó, pois fiquei sabendo que ela morava no mesmo bairro onde morei durante onze anos da minha vida, justamente onde cresci e aprendi muito.

Ao chegarmos no local, fomos muito bem recepcionados e iniciamos um gostoso papo com a boa senhora - eu, particularmente, adoro conversar com pessoas mais velhas, pois fico observando as marcas de expressão que as mesmas possuem, além de ficar maravilhado com a infinidade de casos que sempre estão dispostas a contar. Mas bem, voltando ao relato, estávamos lá papeando e curtindo a visita quando a senhora decidiu ir buscar para a Nina uma toalha que ela havia adornado. E foi com um sorriso gigante estampado no rosto que ela entregou o presente. A partir daí, Nina foi só sorrisos.

E em meio a uma infinidade de gostosas gargalhadas e casos interessantes, a minha atenção foi fisgada por um retrato que vi repousado sobre a parede da sala: uma menina sorria através de uma 'janelinha' dos dentes superiores e, mais do que depressa, percebi de quem se tratava. E não é que a Laurinha já foi mais 'Laurinhazinha' ainda do que eu já conhecia? Uma bonequinha de cabelos escovados olhava para mim e sequer me deixava piscar. Logo imaginei: 'Preciso retratar o momento, essa foto antiga étendência'!
Rapidamente saquei meu celulite do bolso e Click! Eternizei a imagem da pequenina mais uma vez.

A visita durou o bastante para ser lembrada com muito carinho. Nunca mais vou me esquecer da simpática senhora que me presenteou com um gostoso papo e sorrisos meigos e sinceros. E a cada dia que passa, ganho mais convicção no fato de que a nossa vida sempre é formada por memoráveis e 'famigerados' instantes imprecisos. Resta para nós a [incrível] tarefa de poder vivê-los.
Taffa

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Da II CAGC:menu, fatos e fotos (capítulo 1*)

De Rosana Tibúrcio
Tema da semana: livre

Reza a lenda (reza a lenda é uma coisa assim, bem Laurinha) que a Convenção Anual do Guaraná com Canudinho (CAGC) passará a ser, a partir de janeiro de 2010: bimestral. Já confirmaram a vinda pra janeiro: Paulinha, Flavíssima e Rafa (mas isso é assunto pra outro post).
Vamos falar desta última agora, mas não sem antes dizer que ela só não foi super sublime porque a Paulinha (nossa mais louca Guaranete) não veio. Confesso: quase morri de saudade e falta da minha maluquinha.
Mas então: as pessoas pensam que Convenção é sinônimo de comida. Tá certo que almoço aqui não houve nos dias do evento; nem janta. Havia: cafemoço, almojanta e toda sorte de beliscações durante a tarde/noite/madrugada. As manhãs? Elas foram feitas pra dormir.
A II CAGC durou dez dias: de 17 a 27 de julho.
Vamos lá, lembrando que neste post de hoje tentei relatar o ocorrido entre os dias 17 a 22 de julho. A segunda parte do relato da II CAGC farei numa outra postagem.

Sexta-feira, 17 de julho
Marininha avisou que chegaria por volta de 19 horas e “delicadamente” exigiu que eu preparasse um estrogonofe para esperá-la. Taffarel (no decorrer do post não citarei tanto o nome dele, mas reforço que ele esteve por aqui todos os dias) e Ana Amélia vieram pra recebê-la. Foi um auê.

Ana Amélia e Marina (foto 1); Taffa e Nina (foto 2); Taffa, eu e Nina (foto 3); e Taffa e Nina (foto 4)

Sábado, 18 de julho
A única pessoa esperada neste dia era a Jéssica, a garota do “boletim desvairada”. A cada parada na viagem de Sampa a Patos, um novo boletim. Nada desconfiei, apesar de ter notado a diminuição do número, desses boletins, em relação à vinda dela em janeiro deste ano. Eis que ela avisa: “mais uns 10 minutos tô em Patos”. Acordo Marina e ela vai esperar nossa convidete. Marina diz que ao lado de Jéss havia uma velha com uma manta na cabeça, velha e corcunda: era o Rafa (vide foto neste meu álbum do orkut). Jéss me aparece com mais malas que da outra vez, mas logo pensei: deve ser presentes pra mim... hehe Abraços e tal, levo Jéss ao quintal pra conhecer Abadia (nossa ajudante de muitos anos). Na volta eu vejo que, além de Taffa (ele havia dormido por aqui) e Nina havia uma outra pessoa sentada à mesa. Era meu filhote Rafa: o filho da mãe. Imaginem a minha surpresa e emoção. Teve de tudo neste dia: abraços, carinhos, revisões textuais e, pasmem, carne moída com batatinha cozinha, na hora do almojanta. (É... pessoas como Rafa e Jéss - que se dizem normais - gostam dessas comidas estranhas... urghhh). Fomos deitar nem sei bem que horas, lá pelas 5 da matina, creio.
À esquerda primeiro: Nina Jéss e eu (foto 1); Rafa e eu (foto 2).
À direita: Jéss e Nina (foto 1); Taffa, Rafa e eu na maior concentração textual (foto 2).

Domingo, 19 de julho
Neste dia, ninguém sabia exatamente o que iria comer no almojanta. Chega Ana Amélia (aniversariante do dia) e família. Tia Denise já estava por aqui. Todo mundo de pijama. Bastou Ana Amélia vir com alguns pedaços de bolo e pronto: “arrá urúú Ana Amélia eu vou comer seu bolo...”, cantam os loucos. Foi uma palhaçada. As pessoas esquentaram a tal carne moída e eu fiz uma outra coisinha pra mim, e passamos o resto do dia. A gripe já começava a me perturbar e, eu gripada, não sou gente, todos já sabem. Jéss anunciou uma comidinha diferente pra segunda-feira, disse até que deixaria uma lista de coisinhas pra eu comprar na parte da manhã. Fui dormir tranquila pensando: amanhã estarei longe do fogão (me enganaram).

Tia Denise e Rafa (foto 1); Nina, Jéss, Rafa e Ana Amélia (foto 2); Jéss, Nina e Rafa cantando "arrá urúúú..." pra Ana Amélia (foto 3); Jéss, Rafa e Vítor (foto 4).

Segunda, 20 de julho
Acordei mais cedo que a turma de dorminhocos preguiçosos porque, afinal, sou uma pessoa responsável. Havia uma lista de coisinhas que eu precisava comprar pra fazer o feijão com linguiça pra moçada, mas fiquei esperando encontrar a tal listinha de compra da Jéss, pra ela fazer uma torta de palmito. Não é que ela e Rafa “decidiram” que não fariam isso e nada falaram à chefe aqui? Então... como castigo resolvi: feijão com linguiça só bem à noite. Como vingança eles acharam por bem sair sem a minha companhia. Foram ao Big Pato comer batatas avelãs. Enquanto isso euzinha aqui fui ao supermercado comprar várias coisas, inclusive “rosquinhas” para a turma de famintos. Tudo bem... nada que tenha me matado.
Por volta de meia-noite o feijão com linguiça ficou pronto e matei o povo de comer. Depois disso eu quase morri e fui pra camita mais cedo: era a gripe marditaaaa.
As meias de Jéss, Rafa, Nina e minhas, Laurinha acrescentou as dela e o Vítor (foto 1); Laurinha, Rafa, Jéss e Nina (foto 2); Laurinha, Rafa e Nina no Big Pato (foto 3); Jéss, Laurinha e Nina (foto 4).
Terça, 21 de julho
De manhã saímos com Jéss pra ela comprar passagem de volta. Ela me enganou: achei que ia na terça, mas tudo beeem... rs Ana Amélia nos levou à Rodoviária pra essa tarefinha. Deixamos Laurinha e Rafa em casa porque eles estavam super desobedientes. Esse dia foi estranho: foi alegre e triste. Aproveitamos tudo que podíamos em relação à Jéss. Ela, Rafa e Vítor (filho do casal) ficaram de beijinhos o dia inteiro e, lá pelas 7 horas fomos levá-la à Rodoviária. Ana Amélia fez isso pra gente. Paramos na Lagoa pra umas fotos e foi meio divertido/estranho. De volta pra casa ficamos recordando Jéss e suas famigeradas frases. E como a vida continua; os jogos e conversas também: prosseguimos a Convenção.
Jéss e Nina de manhã na Rodo (foto 1); Nina, Laurinha, Jéss e Rafa inda pra Rodo à noite (foto 2); Jéss e Rafa (foto 3); Ana Amélia, eu, Jéss, Laurinha e Rafa (foto 4); Rafa, eu e Jéss (foto 5); Jéss e ônibus (foto 6).
Quarta, 22 de julho
Amanheci [?!] estranha: saudades já da Jéss e super, mega gripada, além de vivenciar alguns aborrecimentos burrocráticos-financeiros-filhos-da-puta que não merecem ser detalhados por aqui. Minha Santa Camomila!!!!
Passamos o dia na maior preguiça (novidade). Não me recordo o menu do almojanta, mas certamente todos comeram... (Bom, Marina informa nos comentários que foi um tal risoto com bastante queijo parmesão). Recebemos a visita de Thiago Amâncio, um doce de pessoa. Brincamos de vários jogos, mas assim: o dia foi mesmo do Rafa, porque o sujeito foi paparicado. Dá licença!! Mas ele merece... cuti cuti... Ah, também ficamos mais foi esperando a chegada de Flavíssima para, com ela, prosseguirmos a CAGC. Mas isso é papo pro meu próximo post, porque agora eu cansei: de escrever e sentir falta dos meus amores. Não quero mais brincar de ser feliz...
Laurinha, Vítor e Rafa (foto 1); Rafa e Nina (foto 2);
Tiago, Laurinha e Rafa (foto 3); Vitor, Laurinha, eu, Nina e Thiago (foto 4).

U
ma linda quinta-feira pra todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há algo diferente no ar. Hoje há só saudade por aqui nesta casa e no meu coração (tá, fui brega, mas quando disse que não sou?)

* Amanhã se Paulinha não postar, deixo aqui o segundo capítulo do histórico da CAGC. Caso ela poste, faço isso no domingo, ok moçada? Há milhares de coisas a serem reveladas sobre Flavíssima, Taffa, Alô e cia... iurúúúú...
.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

SuuuuuuCesssssoooooooo


TemaLivre
Por Nina Reis

Há um tempo atrás* fizemos essa brincadeira. E depois de passar a semana toda ouvindo essa música com os meus melhores amigos, ahhh não resisti. Precisava fazer a interpretação dela. Na verdade a minha interpretação. Essa música é dedicada a todos do C.A.G.C.
Pra uso exclusivo da casa
Autor Desconhecido

Esse "filé",
maravilhoso que é meu "bofe"
Uai, pensei que estava falando de carne. Tipo a que fiz no risoto de quarta.

Quando me toca,
a minha alma quase voa
Ainda bem que é quase. Porque se voa, fico imaginando o tombo que poderia levar.

Meu menestrel,
diz que me ama em cada estrofe
Ele é um poeta? Será? Se for, deve ser dos bem bregas.

Quer sempre bis,
me quer feliz, com a pele boa
Bis do que? Especifique. Porque pra deixá-la com a pele boa, será que ele quer passar p%#$@ - prefiro não comentar.

É dengoso, é gentil, cavalheiro, elegante demais
Tipo assim.
E você acredita que ainda existe homem assim? Ai ai ai

Muitas flores me traz,
como já não se faz,
abre a porta do carro pra mim
Não quero ser chata não. Mas isso é só no começo.

Quando "desço o barraco" com ele debocha,
me diz que é de paz
Ai que endurecer-se pero sin perder la ternura jamas
Tá bom, ta bom, tanta ternura assim. Deve ser uma bichona.

É um desassossego geral
se ele vai me buscar no emprego
Ele está te buscando lá, porque está interessado na sua patroa.

As "matildes" comentam que eu não mereço,
esse lindo Deus grego
Tá todo mundo querendo ele, ai ai ai ui ui

Rola uma saia justa,
que às vezes me assusta
Mas eu sei muito bem o que valho
Será que sabe mesmo? Tenho minhas dúvidas.

Grudo no meu felino,
ah esse menino
dá muito trabalho
Cuidado com essas unhas, já falei pra lixar.

Mas eu estou ligada,
ganho essa parada
Não contaria com essa certeza.

Não vem que eu não dou mole
Tira o olho "mona"
Mona é a vovozinha. Não faço parte desse seu “babado”.

Não vem criar conflito
que esse moço bonito, tem dona
Dona? Aham, só se for a mãe dele, ou as tais matildes. Kkkk

Não vem assim melosa, arrastando asa
Pro meu amado "rala, sai batida, vaza"
Que baixa, não dá pra pedir licença não, mona?

Que esse beijo lascivo,
é pra uso exclusivo da casa.
Só se for da sua casa, da minha, das minha amigas e da sua patroa.
* atrás - piadinha interna .. não conto kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

terça-feira, 28 de julho de 2009

Unomancia*


Alguém me chama um(a) unomancista, por favor?!
Preciso saber o que fazer da minha vida agora, depois de viver uma semana-oásis, de dias azuis e companhias carinhosas.

O que devo fazer para vencer as peripércias do destino?

O que vai ser de mim sem risadas o dia todo e carinhos no corredor?
O que vai ser de mim sem passar os dias só de pijamas, sem ouvir a Dhi Ribeiro, sem fotos no tempo, sem bisnaguinhas com requeijão, rosquinhas de coco e sequilhos com Nutella?
O que vai ser de mim sem Uno, Imagem e Ação, sem mímicas e contos divertidos do alfabeto?
Como vou cuidar do Vítor sozinho?
O que eu faço sem os abraços mais demorados???

Preciso de ajuda...


Rafa

* Unomancia: Arte de prever o futuro através das cartas coloridas do Uno - jogo preferido do II C.A.G.C..

segunda-feira, 27 de julho de 2009

As famigeradas frases de Jéssica

Por Laurinha
Tema Livre

[Venho através deste pequeno post fazer uma singela homenagem a nossa querida Jéssica Amorim.]

Reza a lenda que Jéssica é uma garota normal que usa All Star, gosta de batom vermelho e faz as coisas pra Laurinha [como pegar catchup no shopping ou buscar a panela de arroz que está no balcão para que esta se sirva. Incrível, não?].
Além, é claro, de presentear os Guaranetes com meias de dedinhos e ter o cabelo mais lindo da temporada.
O que poucos sabem que é essa pessoa, que às vezes fala pelos dedos, tem o dom de construir frases incríveis, no decorrer de um bate-papo informal, no período da CAGC.
Com o objetivo de espalhar conhecimento e curiosidades, aproveito o espaço de segunda para expor alguns exemplos das Famigeradas Frases de Jéssica

Eu não vou ficar com alguém que não sabe o significado de intrínseco, famigerado.
(Sobre relacionamentos).

Parece que meu cu liga o som daquele carro, eu sento e a música começa a tocar.
(Sobre músicas [ruins!!] em carros alheios).

Precisei argumentar com meu cérebro
(Sobre algum assunto que não me lembro). [heh]

Não era uma dor de barriga, era um óbito
(Sobre casos aleatórios de viagens [e problemas imprevisíveis]).

Quase oito.
(Sobre a pergunta de Rafael [“O que é sete-e-meio?”] depois de uma mímica feita por Laura Reis [de sete-e-meio]).

Chuchu é o quarto estado da água, gente. É sólido, líquido, gasoso e chuchu.
(Sobre preferências gastronômicas).

Eu muda, sou canhota
(Sobre libras [exemplificação e regras]).


No mais, é isso.
Adoro você[s] e finish.

Beijosnasunhas.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

De amizade e convenção

Por Rosana Tibúrcio
Tema proposto da semana: amizade

Assim, minhas gentes, gripada eu não presto... e meus amigos AMIGOS sabem disso. Portanto, não vou postar texto algum, além deste parágrafo-explicativo-justificativo do que sou quando quase deixo de ser e, sendo, digo: amo este blog e suas gentes. Fico tão, mas tão feliz a cada Convenção Anual do Guaraná com Canudinho (CQGC) - estamos na terceira - e penso mesmo que a partir de 2010 ela será realizada duas vezes: em janeiro e julho. Quem for de AMIZADE e bem-querer que venha e será muito bem recebido. Esta Convenção agora só não está melhor porque a Paulinha, apesar de presente, não veio. Pra ela, mando meu beijo e saudade.

Tia Denise e Rafa em 19 de julho de 2009

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Laurinha, Rafa, Jéss e Nina em 20 de julho de 2009

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Rafa, eu e Jéss em 21 de julho de 2009
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Marina, Laurinha, Jéss e Rafa em 21 de julho de 2009

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Thiago, Laurinha e Rafa em 22 julho de 2009
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Eu e Flavíssima em 23 de julho de 2009
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Flavíssima, eu, Rafa, meu presente e Nina em 23 de julho de 2009
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Taffa e Flavíssima em 23 de julho de 2009

Uma linda quinta-feira pra todos vocês, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje há alegria, surpresas, abraços, carinho e saudades (de Paulinha, que não veio e Jéss que já foi).

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Os meus são os melhores

Será que realmente preciso descrever sobre o dia do amigo?
Será que cada abraço não é suficiente?
Meus carinhos não valem de nada?
Sem pretensão nenhuma sei que as respostas, provavelmente serão assim:

1ª - Sim Marina, você precisa descrever tudinho.
2ª - Claro que é. Mesmo que o abraço do Heitor seja o melhor do mundo, o seu abraço demonstra o seu amor por nós sim.
3ª - Mas é claro que valem dona Marina.

Bom, mesmo assim sei que isso não será o suficiente, por isso dedico o post de hoje aos meus amigos, guaranetes, convidetes e visitetes do Guaraná com Canudinho.

Mesmo que meus abraços insistam em ser os mais demorados, que eu fique dando beijinhos em todos os momentos e que eu sempre esteja com um sorriso estampado no rosto, isso não será o suficiente para dizer o quanto amo cada um de vocês. Cada um de uma maneira especial, mas com um amor incondicional.
Emociono-me quando relembro o início da minha amizade com cada um e mais ainda, me emociono quando paro pra pensar que graças a esse mundo virtual (que alguns insistem em dizer que só traz malefício), é que pude encontrá-los, digo a maioria.

Nossa casa, apesar de precisar de uma boa reforma, é espaçosa, aconchegante e tem uma energia indescritível, quando todos se reúnem nela.

A sala de televisão é onde passamos nossos momentos de folga. (quando queremos assistir o jornal, um pedaço da novela, um dvd ou até mesmo umas partes da Fazenda)

A cozinha
é o lugar onde preparamos os melhores almoços, o melhor café e o melhor brigadeiro.

A sala do computador
é onde tentamos usar a internet pra comentarmos em blogs conhecidos. O problema é que quase estamos sem tempo pra usarmos.

Os quartos
são onde descansamos. Cada um tem o seu lugarzinho pra dormir. Fazemos isso quando realmente estamos pregados de sono.

Agora a copa, ahhhhh, a copa é o principal espaço da casa. Nesse espaço que acontecem as melhores conversas, as melhores risadas e claro, as melhores brincadeiras.

Aqui não precisamos nos preocupar com nada, nos tornamos crianças e cada um é o que é. Diversão é fundamental. Não existe tristeza. Alegria é o principal.
E os amigos que recebemos nela são os melhores, afinal, SÃO OS MEUS AMIGOS.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Carta ao Pequeno Príncipe.

Olá, principezinho!

Como vai? Como anda sua rosa? E os baobás? E seus vulcões? Continuam dando trabalho?

Eu vou bem, obrigado.

A vida aqui é muito agitada, bem diferente do deserto onde você caiu. Se bem que é bem fácil se ter um coração solitário como o deserto por aqui, já que as pessoas correm tanto e, às vezes, nem dá tempo de se importar com os outros.

Sua história ficou muito comum. Clichê até, eu diria. Todo mundo conhece a odisseia do garotinho dos cabelos dourados como o trigo, de sua paixão por uma flor, das coisas que aprendeu com a raposa. É uma história bonita, mas nem todos os que a conhecem se emocionam. Alguns ainda acreditam que se trata de uma história para crianças e ainda veem chapéus onde existe uma jiboia e um elefante. Ah, as aparências!

Mas para que você não se sinta frustrado nem pense que foi tudo em vão, resolvi lhe contar que eu já saquei tudo!
Como lições que a gente aprende na escola, como uma cartilha.
E talvez você fique feliz por saber que eu tenho muitos bons amigos. Amigos de verdade, cativados e cientes de sua responsabilidade. Amigos que me deixam feliz com um abraço, um telefonema, um email (coisas da vida moderna, meu caro!).

Um amigo é um pedaço meu, morador de um espaço que procuro manter sempre bonito, limpo e arrumado para recebê-lo. Rio com sua chegada, ouço suas histórias, choro junto, conto as minhas, aperto, sorrio de novo, beijo, abraço. E desejo que o mundo pare nesse instante: os braços envolvidos, as bochechas pedindo carinho, os olhos cerrados tornando tudo em volta desnecessário. Deve ser assim com sua rosa...

Sei que você deve sentir também saudades da raposa, do aviador... Sei bem como é saudade de um amigo. Mas te garanto: é a melhor saudade de se matar! Por isso lhe convido pra voltar. Pode ficar aqui em casa! Tem tanta gente que eu gostaria de lhe apresentar! Você vai ver: eu tenho os melhores amigos do mundo!

Fique bem e dê notícias!

Um abraço forte e grato,

Rafael Freitas.


PS. Só pra você ter uma noção, tô mandado umas fotos da III C.A.G.C. - Convenção Anual do Guaraná com Canudinho, um encontro que acontece em Patos de Minas, na casa da mainha Rosana Tibúrcio. Uma celebração de amizade, pode ter certeza! Mais abraços!





segunda-feira, 20 de julho de 2009

"Somos amigos, amigos do peito, amigos de vocês"

Tema: Dia do amigo


Tenho vários tipos de amigos.
Amigos família do tipo que freqüentam minha casa e convivem comigo e com minha mãe de forma que parece que fazemos parte da mesma árvore genealógica.
Amigos de internet com quem converso e converso e converso [às vezes] muito mais do que com os de carne e osso e com os quais eu passo momentos divertidíssimos. [sério, se eu fizesse um gráfico talvez metade estaria aqui - mentira].
Amigos de festinhas e farrinhas e de bebedeiras [deles, não minhas, que fique claro!] e de luais e de viagens bacanas e de muito amor e carinho.
Amigos coloridos [confessa aí, todo mundo tem uma palheta, vai].
Amigos futuros [sério, tem várias pessoas que eu fico almejando ser amiga hahaha]
E, por último e não menos importante, meu amigos imaginários. [Heh Brinks, foi uma gracinha.]
Faz um bom tempo que não cultivo novos amigos.
No entanto, nos últimos dias tenho sim feito algumas novas amizades que prometem ser bem bacanas e tenho reencontrado pessoas que significaram e [ainda] significam muito pra mim.
Pode ser por isso ou pode ser por acaso que nesse ano, como em nenhum outro, ouvi tanto falar do dia do amigo. [talvez pela propaganda da Skol que andou circulando por aí ou talvez porque eu simplesmente tenha esquecido dos outros anos - como é bem provável]. Dia 20 de julho [no caso hoje], bem no meio das férias, mas [infelizmente?] bem numa segunda-feira.
Não, não, na verdade não é infelizmente, segunda-feira é quase sempre um dia chato, um dia que começa já sem muita expectativa e essa minha segunda tem tudo pra se um pouco diferente de toda as outras. Com amigos não mais virtuais em casa, visitas de outros e, talvez [tomara!] outros encontros com alguns. Decidi até que vou escrever uma carta pra minha amiga querida de cartas. E mandar um email pra minha amiga de email. Um dia do amigo bem dia do amigo mesmo. Bem breguinha.
E espero que vocês, guaranetes e convidetes, meus queridos façam jus a esse lindo dia e que ele seja um lindo dia nosso, juntos, conversando e bom... prefiro não comentar [sério. tá rolando umas coisas loucas por aqui, ainda bem que eu dou umas fugidas dessa gaiola, medo.]

No mais, eu quero acabar logo com essas linhas pra aproveitar vocês, meus queridos imbecis! Porque vocês sabem ne? Sou muito pop e tô cheia de programas. Não posso perder um minuto senão as férias e vocês vão embora.

beijosamigáveis
lov.u.

sábado, 18 de julho de 2009

8 ou 80?


Seriam as pessoas acomodadas insanas? Ou seria eu?
É preciso ser excêntrico. Ser autêntico. Ter algum diferencial.
Sentir algum mísero pensamento supérfluo materialista [ou quiçá doentio] brotando de dentro dos confins da cabeça.
É preciso saber opinar. Sem medo de reações inesperadas.
Afinal, temos que arriscar.
Ou vamos nos esconder eternamente por debaixo do desconforto de palavras não ditas?

É preciso demonstrar amor, mas não apenas o lado bom: também ódio, rancor, repulsa. Sentir ciúmes. Desejo mortal de querer ter alguém; ou de querer ter alguém bem longe.
É preciso acariciar, morder, arranhar. Causar prazer. E dor.
Sentir os sentimentos. Cada um deles. Sem pedir de volta.
Dá-los. Oferecê-los. Distribuí-los.

Mas por que tudo isso?
Autoafirmação? Algum tipo de necessidade incompreendida?
Todos nós somos bons. Sabemos disso.
E todos nós somos ruins. Também sabemos disso.
Somos amados por aqueles que veem as demonstrações de nossas melhores facetas; todavia odiados por aqueles que testemunham nosso lado mais vil e cruel.
Podemos ter a certeza de que as pessoas que mais amamos algum dia poderão nos decepcionar. [Caso isso já não tenha acontecido].
E é inegável assumir que rotulamos as pessoas sobre certas características que acabamos de conhecer quando optamos por jogar sobre elas o manto da primeira impressão. [Pré-conceito].
Equívocos: desmedidos.
Mas tudo bem, somos humanos.
Podemos errar; como podemos fazer diferente.
Sempre.
Só não podemos deixar que tudo isso passe em branco.
Taffa

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Eu sou assim, e daí Meme???

Por Rosana Tibúrcio
Tema da semana: livre e imposto*



Ia fazer outra coisa, mas resolvi continuar o "meméééé".
Afinal, isso é uma coisa tão jovial e eu, apesar de ter mais de meio século de vida, me considero mais jovem que muita gente com menos de trinta.
Só aviso que fiz adaptações a algumas perguntas. Pensando o quê???

Onde está seu celular?
Ali naquele armário da copa (pra quem conhece minha casa) que é onde ele fica quando é dia.

E o amado?
Tá em construção.

Sua mãe?
Faleceu em 1998. Ela era franca, assim como eu. Muita gente se assustava com essa “qualidade-defeito”.

Seu pai?
Um homem super, mega inteligente, ativo e, sobretudo, criativo: um Artista. Querem conferir? Cliquem em “Zarico” que tem no tópico “Nós e queridos” ou cliquem aqui.

Minhas irmãs?
São ótimas, maravilhosas. Nelma, é a melhor pessoa que eu conheço no mundo e a Denise, creio, também pensa igual a mim.
A Denise, gente boa também, é artesã. Se alguém quiser conferir os trabalhos dela é só clicar em “Fazendo Arte”, no mesmo tópico referenciado acima (ou cliquem aqui). Bom ressaltar que o layout do blog de Denise foi feito por Flavíssima, nossa comentarista mor e a melhor criadora de layout que existe. Tudo com muito afeto.

Seus filhos**?
Bom eu tenho duas filhas que saíram “de dentro de mim” (Yá, adoro uma ou outra expressão brega) e que são lindas, maravilhosas, perfeitas: Marina (do COMplexamente ComPLETA) e Laurinha (do Bobagens Importantes e do Click). Eu tenho, também, um filho postiço que é lindo, maravilho e perfeito: Rafa (do Quem dera eu fosse um músico).

O que mais gosta de fazer?
São tantas coisas, vamos lá: ler; conversar com gente inteligente (não necessariamente letrada, vejam bem; pois há os com “estudo”, tão burros e intransigentes que não gosto nem de ouvir a voz, dirá conversar); ouvir música; participar de uma mesa repleta de coisas gostosas e gente do bem; tomar meu café quiçá; beijar na boca e falar de amor (porque num tô morta nem nada); trabalhar; fazer compras; estudar; receber e dar carinho...

O que você sonhou na noite passada?
Dentre vários sonhos que tive um deles foi que eu assistia a uma aula de Direito Constitucional de Michel Temer*** e, no meio da aula, assim do nada eu brincava com uma língua-de-sogra (rô rô rô nada a ver comigo, sempre fui aluna atenta e respeitosa).

Onde você está?
Não suporto perguntas imbecis, mas vamos lá: tô na sala do computador, benhêêê, pois se postando... (dãn).

Onde você gostaria de estar agora?
Onde estarei daqui pouquinhos dias: ali na mesa da copa conversando com Rafa, Jéssica (do Falando pelos dedos), Nina e Laurinha. E mais outros tantos dias com: Rafa, Flavíssima (do alma na garganta), Nina e Laurinha. Tá Taffarel (do Instante [Im]preciso), cê também... hehehe

Onde você gostaria de estar daqui a seis anos?
Em Parati (num período de férias) ou em qualquer praia linda com gente bacana e muitos dinheiros.

Onde você estava há seis anos?
Aqui em Patos. No dia 16 de julho de 2003 eu fui, na parte da manhã, aos Correios colocar uns livros personalizados que vendi e, à tarde, fiquei estudando, de 14 às 19 horas com a Raquelzinha e a Carmélia. Respondemos cerca 9.585 questões de Direito Constitucional e Administrativo (eu tenho uma memória perfeita).

Onde você estava na noite passada?
Prefiro não comentar... (arráááá).

O que você não é?
Dissimulada; nem tão bacana como muitos creem, a princípio.

O que você é?
Muito boUUUaaa. E humilde, a propósito!!! Ah, e também demasiadamente detalhista pra contar coisas ou responder memes... hehe.

Objetos de desejo?
Dinheiros: muitossss. Tá, também quero um homem objeto (com dinheiro, de preferência).

O que vai comprar hoje?
Nada!

Qual sua última compra?
Uns babadinhos de chocolate que me custaram os olhos da cara!!!

A última coisa que você fez?
Era, a princípio, a palhaçada de quebrar umas oito capas de CDs, porque a imbecil aqui resolveu carregar uma pilha deles ali pra mesa da copa (depois diz que é azarada e tal...). Mas a última coisa que fiz mesmo foi ganhar abraços deliciosos, do meu mais amado amigo Genis (do Entre parênteses), rir e conversar um tempinho corrido, porém intenso e sem preço. AMO.

O que você está usando?
Meus óculos, calça, camiseta, calcinha e sutiã (meio velhos, mas combinando, porque não rola deu usar diferente), meia, tênis e cabelos sem pintar.

Na TV?
Reality show (todos, e já vou avisando: ninguém tem absolutamente nada com isso e minha informação não é um convite ao debate. Sacaram, meus amores?); Programa do Jô; Senhor Brasil; Caldeirão; Altas Horas; Som Brasil; Por toda a minha vida; Bom dia Brasil; Jornal Nacional; Novelas (queridíssimos, sinto, mas assistirei Senhora do Destino mesmo com vocês aqui, ok? Já que não tenho mais gravador de DVD); Jornal Nacional e mais uma porrada de programas que pegam aqui nos meus-todos-cinco-canais. Eu amo TV!!!

Seu cachorro?
Cachorro pra mim, como disse um dia a minha cunhada Conceição: “deveria existir só um e no zoológico”.

Seu computador?
“Podia ser reformado no Lata Velha [diuahahahahaha]” [2]

Seu humor?
Levanto sempre de bom humor o que me atrapalha, muitas vezes, é a intolerância alheia e a minha intolerância a ela. Aí eu fico com ímpio e, com ímpio, eu não presto...

Com saudades de alguém?
Sim, mas já já mato essa maldita! Meus amores já estão quase chegando. Uma delas (saudade) acabei de matar agora... iurúúú

Seu carro?
Passo.

Perfume que está usando?
O natural (não sou apreciadora de perfumes de vidrinhos e tal, mas devo confessar que fiquei perfumada agora - eu gosto de perfumes masculinos... hehehe).

Última coisa que comeu?
Pão sovado da Vesúvio (o melhor pão sovado de Patos).

Fome de quê?
Prefiro não comentar, afinal a Laurinha disse outro dia, em meio aos comentários, que esse blog é frequentado por menores.

Preguiça de?
Gente intransigente e baba-ovo; e, ainda, de textos mal escritos (não me refiro, exclusivamente, à grafia, ortografia e/ou concordância; digo mais daqueles textos que falam, falam e nada dizem).

Próxima coisa que pretende comprar?
Um gravador de DVD (malditos ladrões).

Seu verão?
Queriiiiiiiidooooosss... por ora, vivo o inverno, ok? E gosto.

Quando foi a última vez que deu uma gargalhada?
Agora, várias gargalhadas com o Genis.

Quando chorou pela última vez?
Bom, há vários tipos de choro.
1. Dos intensos, inconsoláveis e que se manifestam diante de MINHA dor: esse durou cerca de duas semanas pós-arrombamento da minha casita (malditos ladrões [2]).
2. Os emotivos e de pura identificação, empatia ou apreensão do que o outro sente e, como diz meu lindo e sábio filhote Rafa: “Assumo! Na cena das vozes embargadas de Erasmo e Roberto cantando "você meu amigo de fé, meu irmão camarada" [2].
.

Uma linda quinta-feira pra todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há algo diferente no ar... e nesta há aqui, neste meu despretensioso post, muito de mim; e em mim a felicidade de rever meu amado amigo. Eu disse pra ele agora: "nas quintas há algo no ar"...


* em semana de tema livre a Laurinha inventa um tema e o Rafa segue e depois todos os outros guaranetes-babacas-com-labirintite-textual.
** eu sou muito boUUUa, não há como negar
*** creio que sonhei isso em virtude de me lembrar do tempo em que eu estudava pra concurso, feito uma doida e não passei. Ah, não precisam me dar o livro dele que eu já tenho... (tá, a edição é desatualizada, mas tudo beeeemmmm).

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Mais que proposto, imposto.

Tema: livre/imposto
Por Nina Reis
Avisá procês ..
eu num ia fazer esse trem de MEME não .. mas devido a correria, prefiro responder essas perguntinhas impostas pela minha irmã do que ficar tentando escrever alguma coisa, já que esqueci o papel em casa.
ok?
.

Onde está seu celular?
Dentro da minha bolsa, no "vibração".
.
E a amada?
Na casa dela, provavelmente.
.
Sua mãe?
Deve estar na sala de televisão.
.
Seu pai?
Na casa dele, da mãe dele ou da sogra dele .. vai saber.
.
Minhas irmãs?
Uma está com meu pai a outra com minha mãe.
.
Seus filhos?
Guardado em algum saquinho.
.
O que mais gosta de fazer?
Conversar com os amigos.
.
O que você sonhou na noite passada?

Me lembro que beijava um gatinho, só não consigo saber quem é.
.
Onde você está?
Na lan, com duas doidas do meu lado digitando um curriculo.
.
Onde você gostaria de estar agora?
Em Patos de Minas, com minha família.
.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos?
Quero estar na minha casa, cuidando do meu filho e recebendo carinho do meu marido. [ momento carência ]
.
Onde você estava há seis anos?
No sul de Minas.
.
Onde você estava na noite passada?
Em casa.
.
O que você não é?
Carrancuda
.
O que você é?
Espontânea
.
Objeto do desejo?
Chocolate
.
O que vai comprar hoje?
Absolutamente nada.
.
Qual sua última compra?
Ainda não foi feita, mas fiz o pedido via torpedo.
.
A última coisa que você fez?
Massagem em uma cliente.
.
O que você está usando?
Uma blusa listrada [linda], calça preta, sapato preto e maquiagem.
.
Na TV?
Paraíso.
.
Seu cachorro?
Qual deles?
.
Seu computador?
Foi roubado.
.
Seu humor?
Aguçadíssimo
.
Com saudades de alguém?
Muita saudade.
.
Seu carro?
Na concessionária.
.
Perfume que está usando?
Tenho meu próprio Humor. [se é que me entendem]
.
Última coisa que comeu?
Chocolate Crocante.
.
Fome de quê?
Estrogonofe da minha mãe.
.
Preguiça de?
Gente chata.
.
Próxima coisa que pretende comprar?
Meu som.
.
Seu verão?
Tá chegando
.
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada?
Ontem.
.
Quando chorou pela última vez?
Antes de ontem, mas prefiro não comentar.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eu e Meme, Meme e eu.


[Eu tenho, sim, muitas crises com semanas de tema livre. As possibilidades são incontáveis, mas não ter um foco para direcionar minhas idéias me incomoda. Já até pensei em imitar a Mainha Rosana, ter algo diferente no ar nas terças-feiras também, como suas crônicas de personagens conhecidos ou a escolha de uma palavra no dicionário. É um alívio quando Laura aparece e salva a semana com testes, top’s ou com uma novidade pronta para ser copiada (não, eu não conhecia o meme). Deixo um comentário ali, todo despretensioso, mas no maior estilo “jogando verde”: _ É pra virar tema da semana? E sempre é. Pelo menos pra mim.]

Onde está seu celular?
Aqui na minha frente, com a bateria fraquinha, coitado.

E a amada?
Ei! Tá me estranhando?

Sua mãe?
Deve estar no quartinho de costura. Ou na cozinha.

Seu pai?
No trabalho, vendendo tintas, pisos, parafusos, cimento e afins.

Minhas irmãs?
De coração, considero cinco.

Seus filhos?
Repete a pergunta daqui a uns dez anos, por favor?

O que mais gosta de fazer?
Poderia ser rir, falar, teatro, ler ou até comprar. Mas hoje tô na vibe de comer. Muito. Tudo.

O que você sonhou na noite passada?
Não lembro...

Onde você está?
No trabalho, num canto que chamo ironicamente de Faturamento, já que o os vales e notas fiscais são imprimidos aqui (e as condições físicas do ambiente não condizem com essa atividade).

Onde você gostaria de estar agora?
Na cama de pijama. E meias de lã.

Onde você gostaria de estar daqui a seis anos?
Em teatros de São Paulo ou Belo Horizonte, assistindo, ensaiando, estreando.

Onde você estava há seis anos?
Correndo desesperado entre corredores e prateleiras de cones de linha 50% algodão 50% acrílico, cuidando, separando, enviando miçangas e bordados.

Onde você estava na noite passada?
Em casa, falando ao telefone com uma pessoa querida. Depois, e ainda em casa, falando pessoalmente com outras pessoas queridas.

O que você não é?
Sexy.

O que você é?
Homem (à la Ney Matogrosso: "sou homem com H, e como sou!").

Objeto do desejo?
A curto prazo: um tênis.

O que vai comprar hoje?
Um acarajé, uma tapioca de pizza (muçarela com tomate e orégano) e uma pizza no cone.

Qual sua última compra?
Um acarajé e uma tapioca de coco com leite condensado.

A última coisa que você fez?
Troquei a música.

O que você está usando?
Calça jeans, quatro blusas, tênis preto, cueca preta. Já tirei o gorro verde.

Na TV?
Nem sei se o Jô ainda existe.

Seu cachorro?
O Juca?

Seu computador?
Minha carroça, no caso.

Seu humor?
Estável, com previsões de uma frente ansiosa à tarde e fortes pancadas de alegria à noite.

Com saudades de alguém?
Bastante de bastante gente.

Seu carro?
Um fusca verde depois de tirar a carteira de habilitação.

Perfume que está usando?
Humor n° 2.

Última coisa que comeu?
Pastel de frango com catupiry.

Fome de quê?
Bisnaguinha com requeijão.

Preguiça de?
Do trabalho mesmo.

Próxima coisa que pretende comprar?
Pijama de inverno e meias (momento ‘tá faltando na mala’).

Seu verão?
Deixa o verão pra mais tarde.

Quando foi a última vez que deu uma gargalhada?
Agora a pouco, com uma amiga no telefone.

Quando chorou pela última vez?
Assumo! Na cena das vozes embargadas de Erasmo e Roberto cantando "você meu amigo de fé, meu irmão camarada".

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Se você pretende saber quem eu sou..

eu posso lhe dizer!



Entonces, my loves, eis que eu, para variar, só fui lembrada de que havia um serviço para mim hoje pela minha querida mamãe, ontem. Enquanto ela me dava meu beijinho sagrado de boa-noite [ohhnn].
Além de uma possível TPM e de outras questões que vou poupar vocês, queridos, essa primeira citada [serviço de hoje!] deve ter colaborado levemente para uma péssima noite de sono. Uns sonhos estranhos, umas dores no corpo, um monte de coisa na cabeça e bom...
Passando dessa fase de Querido diário, do parágrafo acima, devo dizer que em dias de Tema Livre eu fico boladona [funk!] e não tenho muita criatividade a ponto de pegar umas coisas aleatórias como Que livro você é, o tal do Music Shuffle, os Top’s 5 roubados do Jack, etc.
Devo confessar que sempre adorei essas coisas. Sempre fui de responder mil questionários, de adorar aqueles cadernos de perguntas e tal e coisa.
O fato é que por ter rolado um desespero louco eu fui atrás de mil memes da vida [acho digno essa nomenclatura.. muito moderna!] e, resumindo: meus futuros posts livres já estão todos propostos. adhiudshiudsahdisuhdsiuhisudhdse


Onde está seu celular? O meeu, meu mesmo ainda está na loja, qualquer dia eu trago para casa. heh. O antigo acho que tá com a namoradinha do ladrãozinho de uma figa que roubou ele de mim. Porque me lembro que eu ligava e ela atendia e dizia ‘para de ligar pro meu namorado, sua PI*****’. [¬¬]
E o atual não é muito meu, é mais nosso.

E a amada? Quem é essa?

Sua mãe? Na copa, lendo um livro e mandando eu olhar no dicionário de cinco em cinco minutos.

Seu pai? Imagino que esteja na sala de televisão da casa dele aturando aqueles muleques dizendo ‘põe o dvd do Dango? Não.. da abelhinhaa’ ‘ahh, eu quero das princesinhass.. não, os do carrinho’ etc etc etc.

Minhas irmãs? Tem nomes bonitos.

Seus filhos? oi?

O que mais gosta de fazer? Dormir. Ou só ficar deitada na minha bela cama.

O que você sonhou na noite passada? No caso a Nayara meio que atrapalhou um esquema, minha irmã dirigia uma moto e também rolou um desfile. [não necessariamente nessa ordem].

Onde você está? Na sala do computador. [dãr]

Onde você gostaria de estar agora? Na estrada [mãe, não chora].

Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? Casada [q], organizando um show do meu marido pop, ganhando muito dinheiro [sim!] e querendo ter um filho [sérião que eu tenho vontade de ter vontade].

Onde você estava há seis anos? Boa pergunta! Mas deve de que [haha] estava numa sala de aula com paredes marrons caroquentas, trocando bilhetes e rezando para não ter Educação física.

Onde você estava na noite passada? Em casa, me atualizando virtualmente falando.

O que você não é? Negra.

O que você é? Magra.

Objeto do desejo? Conta no banco recheada [muahahaha]

O que vai comprar hoje? Capaz que vou adquirir um novo RG e um CPF, se é que podemos chamar isso de compra.

Qual sua última compra? Uma caneta roxa.

A última coisa que você fez? Estalei os dedos.

O que você está usando? Calça de pijama da Borrrda e a blusa de frio da minha irmã[heh]

Na TV? Menino Maluquinho. [sensacional! Principalmente o mais velho e o mais novo.. ahn?]

Seu cachorro? Tenho uma lista grande dos que passaram pela minha vida, mas atualmente nenhum. [Dica: não são bichos de estimação que tem quatro patas nem dizem auau.]

Seu computador? Podia ser reformado no Lata Velha [idsuahdsiuadshiudhdihdiuhdiuahdiuahahahahahahahhdiuhsiudashiushdiudhiudhiauh]

Seu humor? TPM.

Com saudades de alguém? Sim, e você?

Seu carro? q

Perfume que está usando? Eu não passo perfume ao acordar. Não ainda.

Última coisa que comeu? Sequilhos.

Fome de quê? Galinhada! nham nham nham

Preguiça de? Ir fazer meu RG e CPF.

Próxima coisa que pretende comprar? Um bloquinho para anotar o que eu estou pensando em comprar.

Seu verão? Acho que começa em dezembro.

Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Ontem enquanto Nayara, Flavinha e a eu planejávamos uma[s 56] viagem[sssss].

Quando chorou pela última vez? Assim.. não choreeei choreei, mas quase, quando vi o Roberto Carlos chorando enquanto Erasmo cantava no show de sábado no Maracanã. [não choreeei choreei porque só vi um pedaço agorinha mesmo no Mais Você]



Beijosmimososdesegunda!

sábado, 11 de julho de 2009

Terapia comunitária

Por Flávia Soares
Tema proposto: Comunidades do Orkut

Vou relatar minha história orkutiana resumidamente:
A primeira vez que ouvi falar desse tal site achei estranho o nome e nem quis saber o que era. Aí, vi um amigo acessando e perguntei como funcionava. Ele me explicou por cima e me mandou o convite. Em casa comecei a mexer, porém era tudo em inglês e estou para o inglês como o Pelé está para o balé clássico. Criei um perfil meio pro rumo, porque nem sabia o que estava fazendo e abandonei. Depois de uns 2 meses uma amiga perguntou se eu tinha orkut (o que hoje é mais comum do que perguntar se você tem nome... rs), ai falei que até tinha, mas nem sabia como funcionava.
Voltei lá, fiz o login e comecei a fuçar...
Fui achando um ou outro, mas a glória foi quando descobri as comunidades, achei impressionante (coisa de menina do interior... rs). Como que existia uma comunidade eu odeio frutas cristalizadas sendo que eu achava que era a única no universo que odiava essa coisa nojenta? Então, seguindo essa linha, fui descobrindo essas comunidades sobre coisas que a gente nem falaria pra ninguém se não fossem as tais.
Entrei em todas as inimagináveis, desde a eu adoro sopa, até não as cotas raciais... rs
Depois comecei a descobrir essas de infâmias, entrava em uma e via várias nas relacionadas e simplesmente não resistia e ia e ia e ia... rs
Sem contar as de cantor, música, arte em geral que eu entrei.
Ai, quando dei por mim, estava na beira das 1000, e não tinha saco pra vê-las e apagar ou organizar.
Vale dizer que essa de fulano é demais, nós amamos cicrano eu nunca fui muito de entrar.
Mas, veio o post do Rafael, na terça, e senti que era a deixa que eu precisava, aproveitando que estava em uma absolutamente ocioso no trabalho, e comecei a faxina. Cada página a mais que eu entrava era risada e mais risada das imbecilidades que estavam estocadas naquela lista. Imbecilidades que em outro momento significaram alguma coisa, que em outro dia eram legais pra mim e agora restam ‘apenas’ 550 das 977 que tinham por lá. Ufa, é um avanço, convenhamos... rs
Usei como critério manter as de música (cantores e afins), as de piadinhas infames, as de publicidade e mais umas que ainda não consegui me desapegar, mas o tempo será aliado.
Ah, e nunca quis ter comunidades, a única que realmente criei foi a da Revista Atua e olhe lá.
Uma coisa que nunca fiz foi aceitar qualquer pessoa que queria ser adicionada, mas mesmo assim tinha umas pessoas que não tenho contato há muito tempo e aproveitei pra faxinar os contatos também, porque, na minha opinião, pior do que ter quase 1000 comunidades é querer ter ‘um milhão de amigos’... rs
Enfim, preciso dizer que foi bom fazer essa limpeza, que me serviu de muitas risadas, mas ainda sou fã de estar nesse tanto comunidades, porque tem umas muito engraçadas... rs

Dica: sei que vocês tem preguiça em dar olhada nas minhas comunidades, mas, quando não tiverem nada de mais importante pra fazer e quiserem arriscar, vejam de trás pra frente, as rEdículas estão por último.

Tem coisas do tipo:

Je suis Francês: Oui! Eu sou sim. Sou francês com muito orgulho, graças a Deus.
Por favor aceite este tomate: Não queira que eu o atire em você. Obrigada.
Adoro engasgar: e ficar meia hora tossindo. Adoro.
Moisés era cantor: afinal quem canta seus mares espanta.

Eu sei, são rEdículas, mas eu adoooooro e geralmente são dessas infâmias que surgem boas ideias e a vida já é estressante demais pra gente ser sério... rsrs

Agradeço a oportunidade de expressar isso aqui no Guaraná, reforçando que a próxima comunidade que vou entrar é a do morro da Volks.

Bom fim-de-semana a todos.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

As minhas comunidades e o que sou...

Por Rosana Tibúrcio
Tema proposto: comunidades do orkut

Meu romance com orkut foi mais intenso, no início, no aspecto “comunidades”. Eu me empolguei com a importância que elas poderiam ter na minha vidinha netiana. Meio como isso que a Nina disse no post dela de ontem: comunidades revelam nosso perfil.
E fui de “sou viciada em neosaldina” até a “eu faço novena”. A “eu faço novena” e muitas outras larguei de mão por conta das tais mensagens iguais e em cadeia que eu recebia: detesto.
Já substitui quase todas as minhas comunidades e, a cada substituição, fui me sentindo mais leve, revelando, inclusive, minhas mudanças internas: fui me adaptando.

Das comunidades que tenho hoje a que sempre existiu foi: “Caetano, o que é vaca profana?” Adoro, por tudo: por citar Caetano, por ser inquiridora.. ou não...
E das primeiras que tive, uma delas me trouxe gente querida e boas lembranças: a “Zélia Duncan”. Porque foi de lá que conheci a Rachel e, por intermédio dela, conheci o meu filhote-pacote-fricote-amarote Rafa. Lá eu conheci, também, as minhas amadíssimas Jôzinha, Janazinha e Tuquinha. E, ainda, por causa dessa comunidade, conheci e mantenho alguns contatos bem camaradas, apesar de só virtuais, com: Carlinha, Aninha, LuLi, Ana Caroline, e, sobretudo, Luuuu.

Voltando à empolgação referida no início deste post/depoimento, houve uma época em que qualquer assunto ventilado aqui em casa eu dizia: “nó, isso dá uma comunidade” e, como consequência, criei algumas: as maniadas-reveladores e as babacas-românticas-ressentidas. As da última categoria eu já exclui (cresci) e permaneci com as reveladoras: “Detesto pegar copo molhado”; “Sou viciada em creme nivea”; e “O maldito morro da Volks”.
Sou também “dona” digamos assim, de uma comunidade pessoal: a do meu sobrinho; pois o antigo proprietário ia sair do orkut e me pediu pra tomar conta. Eu disse sim, mesmo querendo dizer não (é, eu também faço coisas que não gosto muito só pra agradar), pois tomei preguiça de comunidade pessoal mesmo mantendo, além dessa, outras de meus sobrinhos músicos.

Agora, eu gosto mesmo é de comunidades irônicas, inteligentes, engraçadas e com descrições hilárias, como “Me amarrota” (que eu tô PAS-SA-DA); “Eu tenho Djavan” ; “Fazer sexo é igual jogar truco” (Se você não tiver um parceiro bom, tem que ter uma mão boa!).
Porém, apesar de engraçadinhas, tenho birra se, nas comunidades, existirem erros gritantes de português, como é o caso da “Sou mal (sic) igual pica-pau” puttz, o dono não ‘percebeu’ nem que a rima tá erradinha? No que eu percebi, sai. Sabem por quê? “Eu não tenho paciência!" Então, pode haver comunidades interessantíssimas, mas se um “a fim” estiver, indevidamente escritinho “afim” eu não entro, pois “A má escrita me brocha deveras(apesar deu gostar de escrever broxa com “xis”, bons dicionários admitem a grafia com “ch”).

Sei que as comunidades, querendo ou não, revelam sim, um pouco da pessoa que somos.
As minhas são substituídas, de vez em quando; sempre tento mantê-las em pouca quantidade, pois viso mesmo é qualidade e hoje tenho trinta. Por que trinta? Porque adoro múltiplos de cinco. Falando nisso, “adoro múltiplos de cinco” é um bom título pra comunidade, quem sabe crio alguma, hein???

Uma linda comunidade opppss quinta-feira pra todos vocês, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje, tipicamente: eu me revelo, digo quem sou...ou não...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Valeu Comunidade


Tema: Comunidades do Orkut
Por Nina Reis

Assim que criei meu orkut (em 1800 e caralhinhos), jamais poderia imaginar que ele seria um dos maiores, melhores e piores meios de comunicação desse mundinho de meu Deus.
Mal sabia que através dele, descobriria bastante coisas boas e ruins, bastante “gentes”.
As comunidades que poderia acrescentar no meu perfil do orkut me deixaram no início, muito empolgada. Afinal, mostraria a todos quem realmente era e é Nina Reis.
Fazia questão de procurar todas as comunidades cabíveis para o meu perfil e nem me dava conta que era comunidade demais.
Só agora, depois desse tema tenebroso, é que minha ficha caiu e percebi que posso diminuí-las em 70% e ainda assim todos continuaram sabendo quem é Nina Reis.

Como disse acima, sempre soube que por intermédio das comunidades descobriria muita coisa, do tipo:
- ele está namorando há um certo tempo (sim sim sim, depois que acrescentei a comunidade do local onde ele trabalhava, foi que descobri que ele e ela tinham orkut e namoravam)
- ela se acha linda (meu Deus, ela não tem espelho?)
- ele torce pra tal time (cruz credo, só pode ser veado)
- ele mora em tal quadra (peraí, para tudo, ele nunca disse isso pra minha amiga)
- ele estudou em tal colégio (caramba, é ele. Está diferente demais)
- ela é a melhor namorada (como assim? Você ficou comigo ontem, seu babaca)
- adoro “tal pizzaria” (mas nunca me levou lá, né mané?)
- meu beijo é inesquecível (claro que é, foi o pior da minha vida)

- sou bom de cama (ela me disse que você dorme pra caramba)

- ele me faz feliz (e você vive chorando, posso saber por quê?)


Descubro cada coisa.
...
enfim...

É ISSO.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Deseja participar?

Por Rafael Freitas
Tema: Comunidades do Orkut


Sim, eu confesso: já fui viciado no Orkut.
Do tipo que respondia recados na mesma hora que recebia, pensava mil textos criativos pro perfil, trocava a imagem de exibição toda semana e tinha 530 comunidades.

Juro.
Qui-nhen-tos-e-trin-ta.
Até mais que isso, talvez.

Sim, era ridículo.

Era comunidade pra cada fruta que gostava: manga, kiwi, melancia, banana maçã, adoro frutas, salada de frutas.
Comunidades de bandas, cantores e cantoras preferidas, músicas preferidas. Expunha minha devoção a atores e atrizes, filmes, novelas.
Tinha comunidades de amigos. Tinha comunidades sem sentido.
E as piores: comunidades melosas, dramáticas, de corações doloridos, almas cansadas de levar chifre e pedindo ajuda e receitas para esquecer alguém.
Uma verdadeira compulsão!

Definitivamente, REdículo!

Quando me dei conta do nível de [babaquice] dependência em que me encontrava, tratei de começar [a maratona] o tratamento de abandono.
De 530 caí para setenta e poucas em menos de uma semana. Nem foi difícil me desapegar. Deixei de ser o cara meloso e inseguro (já que eu tinha comunidades para sustentar minhas ideias e preferências), pelo menos na Comunidade Orkútica.

Hoje me sinto salvo, mais leve e feliz.
Não que eu seja o cara mais cult da rede decadente, mas consegui um equilíbrio.

Agora, tem as que são xodó, aí não me desapego:

Odaxelagnia: Pra quem não resiste a uma boa mordida no pescoço, na orelha, no braço, nas costas, na bochecha, no pé, onde a criatividade mandar.

Frases da noite de ontem: Sou colecionador. Fato.

Declarações inesperadas: No meio da música, da coreografia, do ensaio. Num email, num telefonema. Nos romances, dramas ou comédias românticas. Se o assunto é política, religião, futebol. Não resisto! (Deve ser pela proximidade e pelos olhares fixos que uma conversa com quem a gente ama, seja amizade ou romance, permite, aí eu vou derretendo, ficando molinho de tanto afeto e carinho.)

Caetano, o que é vaca profana? : Roubada descaradamente da cantora da voz mais bonita, foi das primeiras que entrei. Quem nunca quis perguntar isso ao Caetano? Ou ainda sobre a letra de Qualquer coisa? Ou os "segredos de liquidificador" do Cazuza?

Namorado(a) é como moda: É tão divertida e real! Uma síntese do sentimento que sobrou de um relacionamento à la “o amor era cego”.

Ainda me divirto vendo comunidades engraçadas que fazem piadinhas e trocadilhos infames com trechos de músicas, nomes de artistas e frases feitas. Existem criadores compulsivos! E não posso negar que admiro e apoio a criatividade daquelas de descrições curtas e fotos antigas.

Mas apenas me divirto.
Podem me convidar, mas não entro.
Não me manifesto.
Fico apenas calado.

É um exercício diário resistir a este vício. Tem que viver um dia de cada vez.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Aê Comunidade!

Por LauraReis
Tema: Comunidades do Orkut

Acho que a maioria aqui sabe que eu não gosto mesmo de telefonemas. Né? Eu evito sempre ligar pras pessoas. Mando um SMS, uma carta, um scrap, um sinal de fumaça e, por último, dou um telefonema, sabe? Não sei, mas prefiro um abraço.

Eu namorei uma vez durante esses meu 20 aninhos. O único namoro com nome de namoro e com direito a dizer ‘oi amor’, ‘esse é meu namorado’. Mas não, não era tão legal assim. Era longe.
Esse lance de distância é um saco, mesmo quando as pessoas se amam. E quando não há distância física, outros problemas vem: ciúmes, possessividade, vergonha, cômodo, costume e sei lá mais o que.
Conheço vários casais e vou citar alguns exemplos:
- A menina apanha do menino, conta [sorrindo] as histórias de que vestido foi rasgado, bolsa foi vistoriada e continua com o cara. [?]
- Os dois se adoram, mas terminam e dizem que nunca mais vão voltar. Voltam, se traem, discutem e terminam pela septuagésima terceira vez e... . [?]
- Aparentemente é o casal perfeito, mas quando se pergunta numa festa “cadê ele?”, a resposta é “ela não deixou ele vir”.
- Estão juntos há sete meses e se veem sempre e se amam, mas ele não coloca o bendito namorando no Orkut, como se ela não fizesse diferença. [desculpa, mas namorando no Orkut faz diferença]
- Noivos e muito legais, mas qualquer coisinha mínima é motivo da menina chorar e dar birra e já até ajoelhou para ele não terminar com ela.
No mais, eu estou solteira sim, gostaria de ter um namorado sim, mas, honestamente? Namorar é um evento!


Se tem uma coisa que eu não sou é culta, minha gente. Pergunte para mim se sua roupa tá ok, mas não me pergunte sobre a Política brasileira. Pergunte para mim se a frase está soando bem, mas não me pergunte sobre Geografia. Pergunte para mim que horas são [caso tenha um relógio DIGITAL perto eu responderei. Ou tentarei adivinhar, bom..], mas não me pergunte sobre História.
E é por essas e outras que disfarço minha burrice com sarcasmo [ou saio da sala, ou mudo de assunto, ou..].


No mais, eu que inventei esse tema, porque eu adoro de paixão as minhas comunidades, heh, mas não me senti bem com ele.
Se vira, cambada!
Beijosmeadêdênoorkut.

[péssimapiadinha]Título bem interessante já que trataremos acerca de algumas Comunidades do Orkut, para a Comunidade do Guaraná [péssimapiadinha]:

sábado, 4 de julho de 2009

Relato de uma tortura audiovisual.


Por Flávia Soares
Tema da semana: Livre



A gente passa por algumas provações de vez em quando que servem pra repensarmos sobre nossas preferências.
Ontem passei por uma dessas [com]provações e digo [forçando o grave] que:
Música sertaneja faz lavagem cerebral nas pessoas de resistência auditiva baixa!
Nessa região que moro é bem tradicional ter festas de peão e ontem começou a famosa EAPIC (Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial de São João da Boa Vista), que reúne alguns restaurantes, exposições da indústria, rodeio e provas ‘rurais’ e a Associação Comercial (local onde passo maior parte dos meus dias) tem um salão empresarial, que tem palestras e som ao vivo todas as noites, logo tenho entrada livre pra todos os dias e logo a gente fica por lá e ouve coisas que não precisaria...
Fomos para lá à noite, no lançamento da sétima edição da revista e depois de passar por algumas raivas de ordem administrativa, Mateus (moço que trabalha comigo e fiel escudeiro) disse: ‘vamos beber pra dar umas risadas!’. E fomos.
Pra começar uma coisa que eu já odeio: aglomeração, empurra-empurra...
Cerveja aqui, cerveja ali e aparece um rapaz anunciando o tal do show da noite:
‘Contem comigo: 5... 4... 3... 2... 1... com vocês Bruno & Marroneeeeee...’
Palco com aquele painel de leds fantástico, banda* a postos e chegam os manés!
[Mentalmente: ouvido seletivo, ATIVAR!]
“Choram as rosas...”
E por ai, durante o repertório de cornolências, fui aproveitando o que tinha pra noite e comecei minha observação comportamental.
Pior que ver aqueles dois no palco é ouvir 90% das pessoas cantando junto. O baterista dá o toque e TODO mundo já sabe qual música é.
Gente, isso me preocupa tanto!
Até amigos que pensei que não eram contaminados, estavam cantando...
Nessas horas entendo porque o Brasil não vai pra frente!
Comecei a reparar nas letras por um momento e todas chegam ao mesmo ponto o que muda é a velocidade.
Nessas horas o álcool já estava no sangue e acabei por rir muito, ganhei muitos abraços de pessoas queridas que estavam por lá e muitas perguntas do tipo: ‘Flávia, você por aqui?’ e eu só falava ‘nem conta pra ninguém que me viu!’
Isso é o que me alivia, que as pessoas sabem que não combino com aquele contexto. [risos]
Sem contar as meninas de bota de bico fino e salto agulha naquela arena, um luxo!
Ah, no fim do show, lá pelas 2h da matina, o tal do ‘cantô’ começou a falar de Deus, que temos que dar glória a Deus pela festa linda que estava acontecendo e pede pra todo mundo dar gritar ‘glória a Deus’. Genteeeeeeeem!!! O povo já estava alucinado de bêbado que se ele falasse pra todo mundo repetir o hino da bandeira, eles repetiriam, mas confesso que achei uma inovação inserir um trecho de um culto evangélico no show. Só fiquei mesmo esperando ele pedir ofertas para a ‘Igreja Evangélica do Sertão’.
É muito pra minha cabeça! [mais risos...]
Saldo da noite: muitas risadas e abraços, muita dor no pé, mas realmente serviu pra reafirmar meus gostos audiovisuais!

Ah, hoje tem Edson e Hudson! [rá rá rá]

Beijos sertanejos a vocês todos e seguuuuuuura peão!!!

* a banda deles é sensacional, impecável como todas essas que os sertanejos conseguem pagar pra segurar a onda da falta de qualidade vocal, de letra e melodias deles. Eles ganham bem pra se prostituir musicalmente, garanto!

(peço perdão às pessoas que frequentam esse blog que, por ventura, gostem de sertanejo e derivados. Esse texto é uma expressão do que eu acho e sinto diante dessas ‘músicas’.)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Cospe* em mim mais uma vez...vem!!!

Por Rosana Tibúrcio
Tema da semana: livre

Marininha em 25/08/83 (2 anos e 7 meses)

O título deste post bem poderia ser: "um novo e eficaz método para corrigir crianças malcriadas" (no caso, uma criança criada por mim... hehe).

Mas então, um belo dia estávamos, meu "équis", essa linda garotinha linda e sorridente que vocês veem aí na foto e eu, numa casa de amigos em
Domingos Martins (genteeeeee, uma cidade linda, onde tem o melhor bolinho de bacalhau do mundo. Mas isso é tema pra um outro post).
O casal dono da casa onde estávamos tinha dois ou três filhos, não me lembro bem, mas havia por lá outras crianças além das nossas.
Brincadeira vai, brincadeira vem e, assim, do nada, tudo que eu tentava falar com a doce e meiga Marininha ela me respondia com uma cusparada. Esse hábito péssimo nós, o pai dela e eu, havíamos percebido que ela tinha adquirido há uma semana, mais ou menos, e era algo que nos intrigava.

Marininha, sempre foi muito doce e carinhosa. Às vezes, ela era um tantinho chata como toda criança é, vamos combinar. Mas nada que nos envergonhasse, muito pelo contrário, as pessoas só faziam elogiar.
Eu fui perdendo o jeito com aquela situação. A cada cuspo (rá rá, num é que essa salivinha chama-se cuspo também? Num sabia... rs) que ela me dava eu recebia um olhar 98 do Dedé e outros olhares críticos das pais das outras crianças. E eu já não sabia mais onde enfiar meus 55 dedos...
Adendo:Sempre fui contra isso de pais brigarem com filhos perto dos outros. Aliás, sempre fui contra qualquer tipo de discussão na frente dos outros, mas prosseguindo, porque isso também é temática pra outro post...
Eu pensei tudo que uma mãe que se dizia entendida de educação de filhos poderia fazer. Ai ai ai...
Minha Santa Camomila, o pior é que, naquela época, nem existia Super Nanny e ela, por certo, reprovaria o que decidi fazer, mas... eu
Depois daquela que – na minha cabeça – seria a última cusparada de Marininha eu me preparei. Não falei nada e, de certa forma, meio que provoquei uma nova investida "da mau-caráter, da olho junto**". (hehehe minha filha amada).

Nesse meio tempo, fui ajuntando tudo que eu podia reunir de saliva, na minha meiga boquinha, e só fiquei esperando. No que a lindinha veio armando a bocarra dela em minha direção, eu não me fiz de rogada: dei-lhe uma cuspida dos deuses. Olhei pro lado e me fiz de poste.
A danadinha, chorou tanto, mas tanto, pois sentiu, além do susto, uma certa vergonha... e, adivinhem? Nunca mais cuspiu em mim, nem em ninguém (até no que sei da vida dela).

Nada como uma boa experiência pra que o aprendizado se instale, não é mesmo, minhas gentes?

Mas tenham calma crianças, futuras educadoras de filhos que, por ventura, tiverem; porque na atual conjuntura, se eu fizesse isso e alguém “das leis” presenciasse o ato, talvez eu fosse enquadrada como aquela que desrespeitou o artigo 18 da Lei 8.069 (o famoso Estatuto da Criança e do Adolescente).
Mas que deu certo deu.

Alguém aí se aventura a me dar uma cusparada???

Uma linda quinta-feira pra todos vocês, minhas gentes, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje há, quiçá um cuspinho como método educativo e eficiente por demais...
*Cospe: palavrinha da letra “cê” escolhida de forma aleatória, mas obedecendo ao meu próprio esquema de, em dias de tema livre, seguir o alfabeto... (tá, sou besta e daí? Alguém ousa me encarar??).
** bom humor misturado com afeto, assim explica Miguel Falabela. É só conferir... hehe
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