quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Rabiscando ideias num voo rasante

Tema Livre
Por Vanderley José Pereira

Imagem retirada de um blog com o nome sugestivo: Histórias com(n)vida

   Como escrever?  Sinceramente, não sei. Uma crônica pode nascer de experiências da vida de um personagem fictício, que nada ou muito tem a ver com você; da infância com suas maravilhas, tais como a falta de responsabilidade e aquela festa de aniversario prometida; do amor –  talvez o assunto mais recorrente entre todos os temas – que tira o sono, que faz você chorar ao ouvir uma musica, que faz a vida mais bela e blá blá blá...

   Um texto é feito de impressões, emoções, sentimentos vividos ou não pelo autor. Quando eu digo que pode ser feito pelo que o autor não viveu, não quero dizer que ele não tem conhecimento do tema, mas pelo contrário, muitas vezes é melhor escrever algo que não é pessoal, pois as informações ficam mais fidedignas. 

   Um texto tem que saber onde almeja chegar. Um fim surpreendente é um bom passo para o leitor gostar do texto. Um início envolvente, nem se fala, é de suma importância. Ali, em menos de um minuto você terá a garantia se o leitor continuará lendo seu texto. Uma analogia: é como um encontro entre dois amantes, em que a primeira impressão resumirá naquele momento o que você é, e se acontecerão novos encontros. Então se dedique a essa fase. Use e abuse da criatividade, mas nunca subestime o leitor. O caminho entre o início envolvente e o fim surpreendente é o que faz de você um escritor. Um escritor usa as palavras, fazendo delas uma teia bem construída e amarada. Somente um escritor sabe conduzir a emoção (e fazer a emoção, por que não?) do leitor, sem nem ao menos o leitor sequer saber que é conduzido (induzido, manipulado) em um caminho desconhecido.

   Não sou um grande escritor, tampouco almejo isso. Visto que minha criatividade não é um mar, no máximo uma pequena fonte de água limpa e translúcida. Essa analogia é explicitada neste texto. Explico. Quando tenho a possibilidade de escrever algo sem amarras, me sinto preso sem saber pra onde ir, como neste texto que teoricamente é livre. Matutando acerca desse dilema, então pensando na liberdade de um pássaro, fiz esse texto para libertar escritores que estejam presos assim como eu estava. 

   De posse dessas dicas te digo: permita-se, arrisque e brinque; leve o ato de escrever como uma brincadeira, não se cobre. Deixe seu texto voar. 

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Oi! Hoje estou abusado e me achando. Brincadeiras a parte, esse texto saiu meio sem querer.

Limão

9 comentários:

  1. Vou repetir, por que é verdade, adorei essa imagem.

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  2. Posso rerepetir? rsrsr
    adorei a imagem ..

    permita-se voar

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  3. Vim cá reparar essa imagem. E lê o texto, claro.

    Posso falar? Gostei bem mais do título.

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  4. Tutorial do Limão: como escrever um texto.



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  5. Agora entendi o comentário do meu post... tá mei que seguindo o pensamento...

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  6. Limão professor. Acho digno!! fofis...

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  7. esse é um bom manual daqueles pra gente começar a treinar na escoula.
    inclusive lá falta isso, eu acho.

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  8. a gente podia sempre seguir esse tipo de ordem "certa" que tem inicio meio e fim e prende atenção né?

    nem que fosse tudo bagunçado.

    mas é difícil.

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