
*três fotos em uma, pode ser?
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Uma linda sexta-feira pra todos vocês pois em algumas sextas há também algo diferente no ar, algo bom, em meio a uma des[construção] semanal guaranística...
*três fotos em uma, pode ser?
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Uma linda sexta-feira pra todos vocês pois em algumas sextas há também algo diferente no ar, algo bom, em meio a uma des[construção] semanal guaranística...
Mas com sexo... fazfavô!
Uma linda quinta-feira pra todos vocês, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje há o prosseguimento da babaquice novelística iniciada na terça, mas com uma "pitadinha" de sexo, porque eu não presto... hehe
Na melhor fase da minha vida, eu não tinha dinheiro nem pra um cachorro quente. Passava vontade quando ia ao supermercado e via o Danette de papaya com cassis. Parava em frente às vitrines e via com os olhos e lambia com a testa, como diz minha mãe.
Na melhor fase da minha vida, não era apaixonado pela poesia do Chico nem pela voz do Milton. Mas já ouvia Marisa Monte e Djavan. Fui a shows de axé e outros que tenho vergonha só de lembrar. Até assisti a uma banda que fez o show pra meia dúzia de gatos pingados. Literalmente: seis pessoas.
Na melhor fase da minha vida, terminei um namoro de quatro anos. Comecei outro que durou oito meses. Arrumei uma paixão platônica.
Na melhor fase da minha vida, amarrei meu primeiro porre homérico (com direito a passar mal na frente da família toda reunida pra comemorar meu aniversário). Não li nada. Sofria nas aulas de informática. Dizia que entraria pra academia nas férias. Usava roupas modernosas, do tipo que faz as pessoas repararem. Fiquei preso no ponto de ônibus porque o sapato novo enroscou entre as pedras do calçamento.
Na melhor fase da minha vida, eu corria demais.
E ria demais.
Foi nessa mesma fase que me vesti pela primeira vez de Elvis. Fui clubber. Tirei dezenove na prova que valia 45. Tive uma prova comentada pelo professor das provas mais complexas que gostou da minha abordagem. Passei raiva com a ignorância alheia. Fazia concurso de músicas bregas enquanto voltava pra casa.
Ganhei uma segunda família e amigos de verdade. Juntos aprendemos a trabalhar em grupo do jeito que tem que ser: todos fazendo sua parte e, se bobear, todos fazendo a parte de todos. Ganhamos prêmios pelos melhores trabalhos. Saíamos pra comer pizza ou um lanche, hábito que temos até hoje. Rimos do “tio das baratas”, da colega que caiu da mesa e “quicou” no chão, da pomba ceguinha batendo, e se arrebentado, no vidro da janela.
A melhor fase da minha vida terminou com uma grande festa. Coquetel. Colação de grau. Baile de gala. Brinde. Valsa. Família toda orgulhosa. Minha mãe de vermelho. O sobrinho com três meses na barriga da minha cunhada. Os irmãos e os melhores amigos do meu lado (embora alguns digam que eu estava chato e esnobe). E eu, dançando de smoking e tênis tipo all star vermelho. Aliviado. Explodindo de felicidade.
E nem mencionei quanto a gente aprende e cresce nessa fase. Como eu sempre digo: faculdade faz um BOOOM! na cabeça da gente.
imagem linda do MDIG!
Quanto te vi não pensei que seríamos tão.. "João e Maria", assim, tão sob medida um pro outro.
Não depois de um contato imediato como foi. Tão imprevisível. E logo comigo, que sempre ando meio desligada. Parece que foi só te ver e...
Bom, agora, amor igual ao teu e ao meu, Zé, é como inverno e frio: óbvio.
Case-se comigo.
Sei que já disse por aí várias vezes que não quero me juntar a ninguém, mas pra você eu digo sim. Isto é, eu já até fiz o pedido de casamento né?
Pode parecer estranho, eu sei, mas é que quando a gente ama, a gente sabe o que quer... e, sinceramente, o que eu quero é você.
[OOOOOOOHHHHHHHHHNN – e a platéia vai ao delírio!]
É Você
Marisa Monte, Arnaldo Antunes E Carlinhos Brown
É você
Só você
Que na vida vai comigo agora
Nós dois na floresta e no salão
Nada mais
Deita no meu peito e me devora
Na vida só resta seguir
Um risco, um passo, um gesto rio afora
É você
Só você
Que invadiu o centro do espelho
Nós dois na biblioteca e no saguão
Ninguém mais
Deita no meu leito e se demora
Na vida só resta seguir
Um risco, um passo, um gesto rio afora
Na vida só resta seguir
Um ritmo, um pacto e o resto rio afora
Ps.: isso seria um daqueles posts melosos do meu blog, mas.. mas..
*dialogando virtualmente com nosso querido Thiago Amâncio notou-se que ao pesquisar por laureis no Google aparece algumas de mim, junto das coroas de folhas de louro. Então.. acho que assim será minha assinatura quando eu for famosa.. E , falando em fama, ao pesquisar thiagoamancio o que mais aparece é o Guanará! Todas as fotos, as montagens e até foto da Paulinha [o até é porque eles nem se conhecem] aparece DUAS VEZES! Loucura, minha gente.
Atenção, atenção!
eu juro, eu tentei colocar os links de todas as músicas acima. eu coloquei. mas eles não estão funcionando. os das letras [com vídeos] do terra. então.. ficadica: só os do you tube [zé e pra você eu digo sim] que prestam. tô com preguiça de arrumar outros. dá nada não, né? obrigada.
Eu me lembro como se fosse hoje, o primeiro jogo que ganhei. Eu ainda morava no norte de Minas, minha mãe ficou a tarde inteira na cozinha entretida com a batedeira e eu acabei descobrindo o meu presente antes da hora, um jogo da memória da Disney que tinha umas cartas lindíssimas (eu me lembro de como era a carta da Cinderela, rs) e que vinha numa caixa vermelha. Foi o primeiro presente que meu pai me deu (depois disso veio um computador quando passei no vestibular), numa época em que não sabia quanto custava nada, mas sabia que não era tão comum um pai ter três empregos. Ah, eu tinha 5 anos e minha mãe adorava vestir a minha irmã mais nova e eu com as mesmas roupas. Sempre gostei desse tipo de jogo, que tinha um certo caráter educativo. Meu sonho era ganhar um balde amarelo cheio de peças de encaixe que tinha na tampa um relógio, mas minha mãe me deu uma boneca que vinha num carrinho de passeio naquele Natal. Não brincava de boneca, nunca gostei, a única vez que brinquei de casinha foi quando peguei todas as fitas cassetes e montei uma verdadeira mansão, com direito a piscina feita com água e sabão em pó.
Os jogos da minha infância não eram os mais caros, nem os mais modernos. Tinha amarelinha (porque desde cedo devemos aprender que existe céu e inferno), peteca, queimada na escola (eu não gostava nadica de nada, não tinha muito fôlego e esperteza), elástico (era muito complicado, sei que era um labirinto de nós), corda (só sabia o basiquinho), varetas (nossa , eu adorava, e lembro como era difícil pegar uma vareta preta ou vermelha, as que valiam mais pontos), o chefe mandou (levanta, abaixa, deita, levanta, levanta, abaixa – como era idiota e ainda assim, caíamos na gargalhada quando alguém errava), teatrinho e dança para comemorar qualquer coisa, até o Dia da Árvore. Lembro também quando meu pai comprou o nosso primeiro vídeo game, um Master System, todo preto, com umas fitas retangulares. E que a partir daí, adorávamos jogar papel, pedra e tesoura, com o Alex Kid, o joguinho que vinha na memória. Sinto falta daquela bagunça que gostávamos de fazer na rua, é engraçado como todo mundo confiava em todo mundo e ficávamos a tarde toda brincando de esconde-esconde e pique com os vizinhos. De vez em quando, eu caía (ok, eu me jogava no chão com tanta facilidade, pena que esse talento nunca foi descoberto por nenhum diretor de novela), numa tentativa de não ser pega. Mesmo depois de uma certa idade, ainda gosto de descer correndo uma ladeira gigante, só para sentir aquela emoção do coração na boca e não faz muito tempo que fizemos uma guerrinha de água com os vizinhos do apartamento ao lado. Enfim, milhões de coisas que muita criança não tem a oportunidade de jogar nesse caos de hoje.
Assim, pergunto a você, caro leitor, há quanto tempo você deixou a sua infância numa daquelas caixas empoeiradas, que acumulamos ao longo da vida. Você precisou parar para pensar? Então, pegue pela mão a criança que ainda mora em você e leve-a para jogar alguma coisa (menos esses joguinhos de computador, isso não vale hoje), que de preferência seja aquele jogo em que você era craque (mesmo que você não tenha sido muito extrovertido sempre tem algo que a gente domina). Vamos lá, hoje é sábado e não, hoje não tem escola. Depois apareça aqui para me contar como foi ou me chame se precisar de mais um na brincadeira.