quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Tenho pressa de andar devagar

Tema: música
Por Rosana Tibúrcio

Música é um trem que me pega de jeito. Há algumas que me provocam um certo ímpio, pra dizer a verdade. Como assim, alguém consegue se expressar tão bem e, por vezes, com palavras tão simples?
A música que mais gosto é "Amor de índio" de Beto Guedes, mas nem rolava deu falar dela aqui hoje, né minhas gentes? E tem todas as de Caetano e... não vou citar outros autores, vai ficar mais chato que parece estar.
Na verdade eu queria falar de uma canção específica, só que procurei e não achei - "É necessário", de Geraldo Espíndola, com Almir Sater -, nesses sites da vida pra tocar aqui (porque me recuso a falar de uma música e tocar outra, parece coisa de tonto... hehehe). "É necessário" (tentem ouvir ou ler a letra pra vocês conhecerem) representa o amor que eu gostaria de ter um dia, ou gostaria de ter tido... pois acho que não dá mais tempo.
Falando em tempo eu gostaria de andar devagar, de curtir a vida com mais "quietude", mas não sei se um dia conseguirei essa proeza. Eu sempre tenho muita pressa e queria as coisas pra ontem. Admiro os mais equilibrados, os de gestos comedidos, de atitudes, fala e pensamentos que parecem calmos... admiro aqueles que me dão a impressão de não terem tanta pressa como eu tenho.
Mas há em mim, bem lá no fundo do meu coração, uma vontade imensa, uma grande esperança de "viver" um dia o que diz essa canção que selecionei; mas viver pra o resto da vida, assim, de forma mais sábia, entendem como? Conseguirei? Vai saber!!!
Eis a canção escolhida e alguns "fragmentos" que gosto mais, negritados:


Ando Devagar

Composição: Almir Sater e Renato Teixeira

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso, porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder seguir,
e é preciso a chuva para florir.

Sinto que seguir a vida seja simplesmente
conhecer a marcha, ir tocando em frente
como um velho boiadeiro levando a boiada,
eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou,
de estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder seguir,
é preciso a chuva para florir
Sinto que seguir a vida seja simplesmente
conhecer a marcha, ir tocando em frente
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si carrega o dom de ser capaz,
e ser feliz
Conhecer...
.
Uma linda quinta-feira pra todos, pois nas quintas, cês já sabem, moçada: há algo diferente no ar. Hoje há em mim uma vontade de compor a minha história de uma forma mais quieta, de trilhar meu caminho com mais sabedoria...

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Essa é a melhor

Tema: música
Por: Nina Reis

O mundo gira, gira e gira e para no mesmo lugar, assim diz o meu irmão Rafa.

De muitas pessoas que passam em minha vida, algumas ficam guardadas em meu coração.
Alguém em especial faz parte desse seleto grupo.
Acontece que, às vezes, não acredito num reencontro; só que percebo que estou sendo enganada, enganada pelo que “eu acho” que pode ou poderia acontecer. Não que eu quisesse fugir de você ou mesmo desejasse nunca mais encontrá-lo, mas Ele decidiu que tudo caminharia pra gente se achar (mais uma vez) e isso aconteceu.

Não citarei seu nome, nem falarei mais sobre você, afinal de contas tem muitos segredos que não podem ser revelados, mas tem muitos sentimentos que podem ser contados sem sequer dar uma pista de quem seja você.

Nem tenho muito a dizer, só sei que essa música me faz lembrar você e me faz um bem danado.
Será que confundi alguém?
Se sim, me perdoe.

Tudo Diferente
Compositor(es): André Carvalho e Maria Gadu - na voz de Maria Gadu

Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta


A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Apaixonei!

Tema: Música
Por: Rafael Freitas

O amor, às vezes, some. Desaparece. Vai embora.
Não deixa sequer pista de seu destino. Endereço, caixa postal, email... Nada!
Junta suas coisas, faz arruaça, muda-se. E sempre esquece alguma coisa pra trás. Alguma coisa pra gente se lembrar. Ele faz de propósito.

Talvez não seja pra gente lembrar de quem amou, mas pra marcar seu território. Ele viajou, mas um dia volta. Sempre volta. Mesmo depois de tanto bandaid e mercúrio cromo.

Não tente ficar atento. Faz parte da graça e do plano que ele chegue e te pegue desprevenido.

Talvez você consiga espiar pela fechadura do quarto o que ele está fazendo lá trancado há mais de quinze minutos. Mas não adianta. Alguma surpresa ele apronta.

Vai daí que você pode estar numa festa estranha com gente esquisita, ou entre tanta gente chata e sem nenhuma graça, e ele aparece. Se bobear, te empurra no colo de alguém.
Depois vem a espera, os beijos rápidos e escondidos, uma noite toda pra ficar juntinho, a cara de bobo, o recado dizendo pra ouvir determinada música. Música que você nem conhecia e talvez nem conheceria. Talvez preferisse alguma coisa do Chico, uma frase marcante do Caetano, ou Tiê, pra lembrar da noite juntos... Mas o contexto muda tudo.

Me faz bem
Composição: Jorge Drexler - Versão: Moska - Na voz de Luiza Possi
"Para falar, eu canto
Quero que saiba o quanto
Me faz bem...

É sempre assim, perfeito
Você de qualquer jeito
Me faz bem...

Basta ver
O reflexo dos seus olhos
Bem nos meus
Com esse calor que deu para entender
Que o coração não mente
Que afortunadamente
Me faz bem..."

sábado, 3 de outubro de 2009

Vem brincar comigo!?

Tema: Jogos infantis
Por Priscila Dal Bello




Eu me lembro como se fosse hoje, o primeiro jogo que ganhei. Eu ainda morava no norte de Minas, minha mãe ficou a tarde inteira na cozinha entretida com a batedeira e eu acabei descobrindo o meu presente antes da hora, um jogo da memória da Disney que tinha umas cartas lindíssimas (eu me lembro de como era a carta da Cinderela, rs) e que vinha numa caixa vermelha. Foi o primeiro presente que meu pai me deu (depois disso veio um computador quando passei no vestibular), numa época em que não sabia quanto custava nada, mas sabia que não era tão comum um pai ter três empregos. Ah, eu tinha 5 anos e minha mãe adorava vestir a minha irmã mais nova e eu com as mesmas roupas. Sempre gostei desse tipo de jogo, que tinha um certo caráter educativo. Meu sonho era ganhar um balde amarelo cheio de peças de encaixe que tinha na tampa um relógio, mas minha mãe me deu uma boneca que vinha num carrinho de passeio naquele Natal. Não brincava de boneca, nunca gostei, a única vez que brinquei de casinha foi quando peguei todas as fitas cassetes e montei uma verdadeira mansão, com direito a piscina feita com água e sabão em pó.

Os jogos da minha infância não eram os mais caros, nem os mais modernos. Tinha amarelinha (porque desde cedo devemos aprender que existe céu e inferno), peteca, queimada na escola (eu não gostava nadica de nada, não tinha muito fôlego e esperteza), elástico (era muito complicado, sei que era um labirinto de nós), corda (só sabia o basiquinho), varetas (nossa , eu adorava, e lembro como era difícil pegar uma vareta preta ou vermelha, as que valiam mais pontos), o chefe mandou (levanta, abaixa, deita, levanta, levanta, abaixa – como era idiota e ainda assim, caíamos na gargalhada quando alguém errava), teatrinho e dança para comemorar qualquer coisa, até o Dia da Árvore. Lembro também quando meu pai comprou o nosso primeiro vídeo game, um Master System, todo preto, com umas fitas retangulares. E que a partir daí, adorávamos jogar papel, pedra e tesoura, com o Alex Kid, o joguinho que vinha na memória. Sinto falta daquela bagunça que gostávamos de fazer na rua, é engraçado como todo mundo confiava em todo mundo e ficávamos a tarde toda brincando de esconde-esconde e pique com os vizinhos. De vez em quando, eu caía (ok, eu me jogava no chão com tanta facilidade, pena que esse talento nunca foi descoberto por nenhum diretor de novela), numa tentativa de não ser pega. Mesmo depois de uma certa idade, ainda gosto de descer correndo uma ladeira gigante, só para sentir aquela emoção do coração na boca e não faz muito tempo que fizemos uma guerrinha de água com os vizinhos do apartamento ao lado. Enfim, milhões de coisas que muita criança não tem a oportunidade de jogar nesse caos de hoje.

Assim, pergunto a você, caro leitor, há quanto tempo você deixou a sua infância numa daquelas caixas empoeiradas, que acumulamos ao longo da vida. Você precisou parar para pensar? Então, pegue pela mão a criança que ainda mora em você e leve-a para jogar alguma coisa (menos esses joguinhos de computador, isso não vale hoje), que de preferência seja aquele jogo em que você era craque (mesmo que você não tenha sido muito extrovertido sempre tem algo que a gente domina). Vamos lá, hoje é sábado e não, hoje não tem escola. Depois apareça aqui para me contar como foi ou me chame se precisar de mais um na brincadeira.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Par ou ímpar forever!

Tema: Jogos infantis
Por
LauraReis

Minha infância um pouco perturbada já esteve bem descrita num outro post por aqui.
No primeiro, na verdade. Eu ainda era uma mera convidada e já cheguei desabafando minhas agruras. Ô dó!
Mas então.. eu tive uma infância assim, estranha.
Eu brincava sim. Brincava pouco, mas brincava.
Na realidade eu tinha um futuro promissor, sabe.. eu lia de cabeça pra baixo, de trás pra frente, eu adorava jogar damas e sempre fui de mexer em computador, com aqueles joguinhos do Mario, do Alladin, Rei Leão, Tetris e o d**** a quatro.
Eu seria nerd. Eu teria um futuro profissional incrível.
Mas.. tudo não passou dos dez anos. Mal sabia eu que a vida não é assim...
E cá estou eu, fazendo minha Publicidade e não sabendo nada de mais [e demais – né mãe?] dessa vida. De qualquer forma, ainda adoro jogar damas, jogo da velha e forca. Ou ainda nossos queridos Uno e Imagem & Ação.
Sei que, na infância, com meu futuro promissor nas costas, eu carregava também o peso de ser uma magrelinha sem forças e sem vontade de muito correr e, portanto, o jogo mais violento que eu participava era Sete Pecados. Adorava, por sinal.
Agora queimada, barra manteiga, nada disso me atraía.
Jogos com bolas e com corridas eu fugia quase sempre.
Porque bola, sei lá.. eu tenho um trauma [de algo que não existiu] com ela. Eu sempre acho que a bola vai cair em mim, bater na minha cabeça, me derrubar, quebrar meus óculos. Aposto que até se eu estiver no Maracanã, na última fila, eu ainda terei essa agonia. É maior que eu, sabe?
Mas, em compensação adorava peteca, passa anel, pega vareta, amarelinha e, até mesmo pular corda. Tá que eu nunca me arriscava muito naquelas manobras radicais de entrar de um lado da corda e sair do outro, mas adorava cantar o “loiro, moreno, careca, cabeludo, rei, ladrão, polícia, capitão”. Lembro que uma vez, no Fo-ro (colégio Fonseca Rodrigues) rolou uma discussão intensa quando fomos contar, enquanto a menina pulava corda, quantos soutiens ela tinha. Porque, no fim das contas, ela tinha mais deles do que calcinhas e, nossa! Que isso? A gente usa muito mais calcinha do que soutien.. principalmente aos doze anos de idade. [? – comentário aleatório]
Agora eu lembro bem de uns brinquedos que eu tinha tipo uma boneca que tinha lindos cabelos loiros e vinha com uma varinha onde a gente colocava umas presilhas e quando passávamos a varinha nos cabelos dela elas grudavam lá, era lindo.
Outro brinquedo era aquele que tinha um banheirinho e um bonequinho engraçado e acho que enchia ele de água, não sei.. ele fazia xixi? Ai, to confusa. Alguém me ajuda? Obrigada. Mas eu lembro que eu gostava.
Dele, de Amoeba e de Pedra-papel-tesoura. Muuuuuito bom.
Melhor ainda era ter a minha casinha de boneca onde o que eu menos brincava era de boneca. Preferia supermercado, já que tinha até o carrinho de supermercado azul/amarelo/vermelho. Lindo.
De qualquer forma, se tem uma coisa sem a qual eu não sei se eu saberia viver é Par ou ímpar. Eu sei, isso nem deveria estar numa categoria de jogos infantis. Mas ah... eu me divirto no par ou ímpar e na minha infância eterna.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vamos brincar a sério?

Tema: jogos infantis
Por Rosana Tibúrcio
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Vida de criança não é fácil não Seujão. É um tal de pensar o porquê das coisas e quase sempre esses porquês não são respondidos por ninguém e aí a criança sofreeeeee, o pensamento corre solto e ela só se desliga desses questionamentos, quando brinca.
Já viu criança sentir fome ou sede quando a brincadeira tá boa? E quer coisa mais chata que adulto chamar criança pra almoçar ou tomar banho, fora de hora? Fora da hora da criança. “Mas agora???” “já vou” e ela nunca quer ir... e lá vem o adulto torrar a paciência de quem tá concentrado, de quem leva muito a sério a brincadeira.
Quando criança eu gostava de vários jogos infantis. Os que envolviam uma bola eram os que eu mais amava. Preferia mil vezes brincar de bola que brincar de boneca. Também nunca tive uma boneca e quando tive, meu irmão fez dela um avião (mas isso já foi papo pra outro post num outro blog que não sei onde tá o link... hehe).
Dos jogos que havia no meu tempo de criança eu me recordo bem do prazer que sentia quando brincava com dois deles: de baliza (ou jogo de pedrinhas) e pega varetas.

1. Baliza ou jogo de pedrinhas (imagem)
Adorava jogar baliza e, na minha memória pelo menos, eu era boUUa. Sempre nominei esse jogo de baliza, mas nas minhas andanças pela net pra achar uma imagem dele eu o encontrei com o nome de “jogo de pedrinhas” ou “cinco marias”.
Vocês conhecem? Contar proces como é.
Precisávamos, para esse jogo, de cinco pedrinhas; de preferência limpinhas e lisas (hahaha eu tinha nojo de pedrinha suja). Na verdade, quando achávamos pedras boas elas eram guardadas como troféus. A quantidade de jogadores era variável, toda a turminha podia brincar. Eu jogava muito sozinha também, pra dizer a verdade. O jogo tinha como objetivo pegar as pedrinhas, tanto as que ficavam no chão quanto as que eram jogadas pra cima.
Tentar explicar mais: na primeira jogada pegávamos as cinco pedras na mão e, a uma certa altura do nível do chão ou mesa, as cinco pedras eram jogadas, pra baixo, naquele espaço ali. Na primeira etapa pegávamos uma por uma, as pedrinhas. Jogávamos uma delas pra cima e, enquanto ela descia pegávamos uma das que estavam no chão e essa que vinha caindo e as duas pedras deveriam ser seguradas na palma da mão, sem irem pra o chão. Essa primeira pedrinha agarrada era deixada de lado e repetia-se o lance: uma pedra pra cima, enquanto pegava-se outra do chão e a que foi erguida.
Na segunda etapa, juntavam-se novamente as cinco pedrinhas que eram jogadas no chão, como da outra vez. Só que, nesta fase, quando se lançava a pedrinha pro alto, em vez de apanharmos uma pedra só do chão, eram duas a serem “agarradas”.
Na terceira etapa, pegávamos uma pedra primeiro e, depois, as três pedras juntas...
Na quarta etapa, pegávamos as quatro pedras juntas com mais aquela que foi lançada ao ar, bom não esquecer.
Na última etapa – que era a mais difícil, jogávamos as cinco pedras pra cima e elas tinham que ser apanhadas juntas, mas nas costas da mão.
Quando o jogador errava, o próximo jogador começava e quando chegava no jogador que começou o jogo ele recomeçava a partir do lance que havia errado. E ganhava quem conseguisse pegar todas as pedrinhas com as costas da mão.

2. Pega varetas (imagem)
Quem não conhece esse jogo? Du-vi-dê-ó-dóó que há um ser neste planeta que não saiba que jogo é (mas vou explicar assim mesmo hahaha). Não sem antes dizer que eu amava as cores desse jogo e, na minha cabeça-mercenária-de-melão, eu imaginava que cada cor de vareta representava certa quantia em dinheiro (desde novinha eu gosto de dinheiros... hehe).
O pega varetas possui varias varetas com as cores: amarela, verde, vermelha e preta. As amarelas são as que valem menos (5 pontos), mas são as de quantidade no jogo. Só há uma vareta preta que vale 100 pontos. As verdes valem 10 pontos e as vermelhas, 30 pontos. Ganha o jogo quem conseguir fazer mais pontos, pegando as varetas sem “bulir” uma na outra, depois de lançadas sobre a superfície escolhida para o jogo: mesa ou um piso liso.

Eu gostava, tanto do jogo de baliza, como do de varetas porque neles eu não era apontada como a pior jogadora da turminha, sabicumé? Normalmente, noutras brincadeiras, eu era muito molenga e sempre perdia. De certa forma eu levava vantagem nesses dois jogos ilustrados aqui porque são jogos que necessitam uma certa quietude e, enquanto as amiguinhas chegavam todas mais agitadas das outras brincadeiras, euzinha aqui, quietinha no meu canto, descontava o tempo perdido e, muitas vezes, vencia.
E vencer nesses jogos infantis era muito bom... Aliás, toda criança gosta de vencer nas brincadeiras porque pra elas esses momentos são levados muito mais a sério do que vocês possam imaginar...
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Uma linda quinta-feira pra todos vocês, porque nas quintas há algo diferente no ar e hoje há um convite: vamos brincar de baliza ou pega varetas?