segunda-feira, 21 de julho de 2008

Semana Especial!!!

por Umdiasereieumesma

Enfim chegou o dia!!!
Amigos especiais para passar uma semana incrível!
As guaranetes de Patos recebem os guaranetes de Borda.

Tudo bem que Marinete só chegará na quinta, mas estará muito bem representada pela mamita que fará as vezes das duas até lá.
Primeiro encontro. Reencontro. E contos. E causos.

Rosanita, muito querida, pôs ordem na casa, escolheu os DVD's, ganhou almofadas novinhas para serem usadas na farra com pipoca e guaranácomcanudinho.
Se o filme for romântico, derramem lágrimas por mim. Se for uma comédia, riam também por mim.

Trate, senhora dona da casa, de esquecer a lida da senzala durante toda a visita, para que possa aproveitar ao máximo a companhia dos colegas de diversão.
Tenho certeza que será uma semana com muita risada, cafezinho, pão de queijo e pararásssssssssss (hihi, aprendi com a anfitriã).
Acho até que ela vai usar os copinhos muito queridos que foram da mãezinha. Se não forem suficientes, há que revesar prá que todos possam usar.
Aproveitem muito, riam muito, postem mais ainda. Mas não nos deixem sem notícias desse caloroso encontro que nos deixa, a todos, muito felizes.
É pessoal, enfim chegou o dia. E vai rolar a festa!!!
Ótima semana prá todos nós.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Dez palavras ao vento...


Por Rosana Tibúrcio
Tema livre é “ó do borogodó”. Borogodó significa “especialíssimo” e como só as coisas peculiares podem provocar, tema livre me dá uma certa “dor de cabeça”.
Na falta de tempo e, confesso, criatividade, peguei um dicionário – desses de papel – abri algumas páginas de forma aleatória, parei em determinado lugar e “pimba”: escolhi dez palavrinhas. Delas vou dizer o que representam pra mim, ou não...

1. Abstração: adoro; aliás, uso bastante. Ela me recorda Caetano Veloso num programa da TV Cultura (Ensaio). Caê dizia sobre a segunda vez que voltou ao Brasil, depois do exílio e como as pessoas o olhavam – desta vez – com olhar de quem recebe um brasileiro querido. E ele disse, mais ou menos, assim: “às vezes, penso que isso é uma abstração de minha parte, mas não, eu pergunto à Dedé (mulher dele na época),
ao Gil e à Bethânia, e eles confirmam que foi verdade, que isso, de fato, aconteceu."
Uso muito essa palavra quando alguém me incita a desacreditar numa premissa real, sobretudo, vivida por mim. Exemplo: “ué, eu estudava pra caramba, todos os dias ou isso é uma abstração de minha parte?” E aí, calam, depois de sugerirem que eu ainda não passei num concurso porque não estudei ou não estudo o bastante.
Contra os fatos... não há abstração.

2. Casarão: diferentemente de muitas pessoas, eu não gosto de “cacareco”. Esses casarões históricos não me fascinam. Sou mais da modernidade. Casarão me faz lembrar morcego, raios, trovões, e casos fúnebres. Agora, eu me recordo com certa saudade, daquela novela “casarão”. Achava lindo o amor daquele casal, o Paulo Gracindo e Yara Côrtes.

3. Esperança: amei ter encontrado este substantivo. Esperança é tudo. Sempre que penso nela, a fé vem junto. “Esperança e fé”, coisa de Rosana “noveneira”.

4. Indeterminado: abomino coisas indeterminadas, sinto uma certa aflição. Tenho apego por certeza ou, no mínimo, uma probabilidade, mas indeterminação me angustia. “Eu vou, mas não sei o dia”; “conseguirei terminar, mas não sei como.” Muito, mas muito ruim.
A esperança é também algo abstrato, mas ela existe na gente, quase se pode tocá-la; a indeterminação, além de abstrata, não “é”.

5. Mau-caráter: me remete às pessoas que dizem: “fulano não tem caráter”. Como não tem? Todo mundo tem caráter. Bom ou mau. E o mau aqui é com “ele”, pois contrário de bom. Fico irritada quando leio “mal-caráter”... haha
Agora, quando se diz: fulano é “de caráter”, aí sim, quer dizer que fulano tem bom caráter. Esta palavra não me remete à característica de quem a possui e sim, ao jeito erradinho de escrever ou de entendê-la.
Tá, tem também, o Mário Jorge “elogiando” a Isadora no Toma lá dá cá... rs ADORO!

6. Ostensivo: algo que me irrita é lidar com pessoas que ostentam demais. Por outro lado, quem nunca ostentou algo na vida? Eu ostento as filhas lindas que tenho; o Guaraná e os guaranetes; o meu apreço pelo estudo; a qualidade do meu trabalho; a minha comida gostosa e o melhor café de Patos, quiçá do universo. Mas não gosto de ostentação material. Nunca gostei, nem quando eu era mais ‘poderosa’.

7. Ratazana: ninguém merece! Um dos pânicos mais intensos que tenho. Pavor desse bichinho. Se vejo uma, isso não sai de minha cabeça por longa data. As iniciais de meu nome formam “rats”... Eu as usava no banco antes de iniciar uma “partida”. Havia sempre algum piadista imbecil que dizia: “foi a rata que fez essa contabilização”. uuhh!!

8. Sicorda: nunca vi mais gorda. Voltei ao dicionário pra conferir, mas era isso mesmo. É um substantivo feminino e quer dizer: “Viga disposta no sentido longitudinal da embarcação, ligando os extremos de vaus interrompidos pela abertura de uma escotilha.” Pra mim não diz nada. Apesar de apreciar aprender novas palavras, tenho a impressão que daqui uma semana não saberei nem como ela se escreve, “seus sicordas de uma figa”... Parece que ela cai bem num xingamento... haha

9. Trilha: nem se eu buscasse a trilha...rs Adorei encontrá-la. Representa o meu blog “outras trilhas” e indica um jeito mais leve de dizer de mim e dos outros, pra mim e pra todos. Quem busca novas trilhas está à espera e pronto pra o inusitado. Eu procuro – apesar de ser uma pessoa bastante rotineira – buscar nova trilha de pensamento e sentimento. Essa trilha me interessa.

10. Zarpar: a última palavra "achada" veio a calhar, pois zarpar tá mais que na hora.
Esse “partir”, para mim, indica mais que “ir a outro lugar”, determina “sair deste lugar”. Algo pra quem já deu o que tinha que dá. Hora de "pocar a mula", digamos assim...

Indo... então, moçada... afinal, com essa total indeterminação de temas é preciso ostentar a criatividade, matar as ratazanas do casarão interno, zarpar para outras trilhas - bem longe dos maus-caracteres - pegar a sicorda da esperança e chegar à conclusão: “a Rosana Tibúrcio existe; existe sim senhores. Ela não é uma abstração. Né não!!”


Uma linda quinta-feira para todos vocês, pois nas quintas-feiras, amores meus, é dia de viajar nas palavras ao vento... e ser cafona, e ser muito cafona...
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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Acaba não mundãooooooooo!!!!


da série Post caipiras da Paula

Reza o ditado popular que o sangue é mais grosso que a água. Eu, como repórter especial do guaraná com canudinho, fui pesquisar se esse dito realmente está correto.
Para comprovar cientificamente o que o ditado afirma com veemência, eu fui a campo e pesquisei sobre fatos da minha vida, onde o sangue realmente gritou mais alto e mostrou que era o dono do pedaço.
Semana passada eu escutei a seguinte frase: “Você Paula é quase um amigo gay”. Eu fiquei tão feliz com isso. Já que ser gay é sinônimo de ser chique, bonito, sofisticado, amante das artes e da boemia. E pensei comigo, os meus lazeres favoritos estão muito relacionados ao fato de eu ser um quase gay. Eu adoro fazer compras, adoro roupa, sapato, bolsa, e sou realmente muito sincera com minhas amigas, é melhor escutar de mim que a bota cowboy não é nada chique do que escutar isso da perua da mesa ao lado.
Meu nome está presente em todas as listas de restaurantes, barzinhos, e baladas da cidade.
Sei dançar, falo inglês razoavelmente bem, conheço vinhos e adoro coquetéis famosos imortalizados por seriados.
Mas há algo em mim que realmente não combina com tudo isso! Eu honro minha origem caipira do interior. Eu sei que é engraçado, mas eu adoro festa de peão, assistir o rodeio (eu entendo as regras e canto as músicas). E tudo bem que depois da novela América o rodeio é artigo de luxo nesse país, mas são poucas as pessoas que realmente gosta e entende o esporte. Por isso vou contar um pouco desse universo para vocês.
Primeiro não existe covardia com os animais, eles são muito bem tratados, são cavalos e touros premiados que vivem em aras sete estrelas. O touro vencedor do Guaxupé Rodeo Festival (a terceira maior festa de peão do Brasil) ganhou 30 mil reais, que serão gastos em banhos relaxantes, ração selecionada e uma saidinha com a vaca mais cobiçada do pasto. A espora não é afiada e a corda fica na parte mais forte do touro, suas mentes poluídas, a corda fica no tórax, eles pulam porque a raça deles é assim e são incitados com a espora a fazer isso. Para se criticar uma cultura é necessário entendê-la.
Eu adoro música sertaneja, mesmo que algumas más línguas falam que é música de gente que levou um pé na bunda, o show do Vitor e Léo foi mágico e fantástico.
Talvez eu nem goste tanto assim de rodeio e essa sensação de felicidade que tive é por conta de um passado muito feliz, em que essa festa era presente em minha vida? Pode ser que sim. Pode ser a questão do sangue caipira que sempre correu dentro de mim? Pode ser também. Só sei que eu respeito aquelas pessoas que vivem do mundo do rodeio simplesmente para a diversão dos outros.

Como estamos no mês dos rodeios, ao invés da frase da semana vou deixar um versinho de rodeio:

Pra fazer tudo que eu gosto não tem lugar e nem horário, moro embaixo do chapéu não carrego calendário, minha linguagem é simples não conheço dicionário, no rodeio sou doutor, mas na vida só fiz o primário.

Cavalo eu puxo no toco, Burro eu puxo no moirão, gosto do whisky, mas a cerveja é minha paixão. Sou gamado na loira. Mas da morena eu não largo não!

Ótima Quarta-Feira

Paulinha

terça-feira, 15 de julho de 2008

Liguei pra dar um OI


“ Trim ... trim ... trim ...
- Alô!
- Alô?
- Sou eu (pausa pra uma risada)
- Oi, tudo bem?
- Sim, tudo. Liguei pra dar um oi.”


E esse oi se estende por no mínimo 10 minutos e no máximo 2 horas e meia > sim, sim, 2 horas e meia, geralmente quando estou na melhor fase da paixonite aguda.
Mas vamos lá.

Acho que já deu pra perceber que adoro um telefonema, seja chamada recebida ou discada, não importa.
Semana passada após um dos melhores telefonemas da minha vida (que fiz pra minha mãe) liguei pro meu irmão e disse que um dia escreveria isso aqui ó:
- Nokia 6131 - R$ 545,00
- Capa Acrílica - R$ 9,00
- Conversar com a família e os amigos – não tem preço ........ hahaha escrevi.

Relativo aos telefonemas que tenho feito ultimamente, agradeço a TIM por essa promoção maravilhosa. Confesso que a minha vontade é não parar mais de ligar.
Agora preciso fazer referência a algumas pessoas com quem tanto converso.

Mamãe e Nubinha – conversas, risadas, desabafos e muitos conselhos.
Papai e irmãozinhos – carinho e emoção.
Laurinha – saudade muita saudade e uma felicidade tamanha.
Helô (Um dia) – ensinamentos virtuais, soletração de sobrenome (Kiss) e descobertas.
Rafinha – diversão, risadas e muita saudade.
Dani e Karina – fofocas, “causos”, risadas e desabafos.
Paulinha – Uai, pra esse cabeção nenhum telefonema AINDA. Aguarde-me! Faça o favor de passar o número AGORA.

Gosto do telefone fixo (sem fio se possível) mas realmente não sei como vivi 21 anos da minha vida sem celular. Não sou ninguém sem ele. Já fui roubada duas vezes e mesmo assim não desisto.

O velho e bom trim trim deu lugar a toques personalizados, com música diversas, gravações, entre várias opções. Cada contato na agenda com o seu toque (ou não) depende.
No meu celular dois dos meus contatos estão com a opção de toque (sem toque), por um tempo prefiro nem ver que estão me ligando. É minha gente, isso acontece.
Mas o restante do pessoal, UAU, pode me ligar à vontade. Se não estiver trabalhando, atendo, nem que seja pra dar um oi, sendo ele de 10 minutos ou 2 horas e meia.


Nina Reis.

Amo tudo isso.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Peculiaridades da Bordinha!

Post da Série Posts Simples, do Fael.

14 de Julho.
Sabem o que isso significa?
Que aqui na Bordinha o bicho tá pegando!!!

Pois é.
16 de julho é dia de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade.
Se brincar, é o mês mais esperado pelos bordamatenses que se jogam nas barracas, shows e churros.
É. Porque festa da Borda sem churros não é festa da Borda!
Aonde você vai as pessoas te perguntam: E aí? Tá gostando da festa? Tá saindo todos os dias?
E me olham como se eu fosse um ET quando respondo: Não saí ainda! Não ligo pra essa festa!
Isso não permite que eu me sinta um bordamatense típico (Ufa!).

Eu tento, mas não consigo!
Muita gente, muita muvuca, muita bagunça, ruas com milhares de cheiros, bêbados.
A falta de educação alheia se manifesta com empurrões, pisões no seu tênis xadrez semi-novo ou banhos de cerveja ou outra bebida qualquer.
Sem contar nas breguices e modelitos fora do contexto que a gente encontra a cada dois passos!

Neste ano, a festa tá rolando desde domingo passado.
Não dei as caras nenhum dia. E parece que a banda toca aqui dentro do meu quarto (Sim! Tem banda todos os dias!), porque moro bem perto da praça.
Só ontem à tarde que fui ver a banda de um tio (Consideração... Rock pesado não me faz a cabeça!) acompanhado pela família e saí à noite pra ver uns amigos.

Agora, tem coisas dessa festa que gosto e nem posso negar: acarajé e tapioca da barraca da Dona Leda, minha baiana querida, que me chama de “meu amigo”, e cocada da barraca da japonesa.
Outro ponto positivo: meus irmãos vêm pra cá, o Gu, algumas tias e primos de Sampa. Rola uma baguncinha em casa de pessoas que a gente passa muito tempo sem ver e a saudade aperta.
E pelas ruas, nas tais barracas, a gente encontra pessoas bacanas, mas que tomaram outros rumos e a gente nem vê mais. Mal dá tempo de dizer um oi, perguntar como estão as cosias... Às vezes rola um abraço corrido, mas é bom pra refrescar sentimentos e lembranças boas que estavam aqui dentro, inertes.

Neste ano a Paula não veio... Se ela estivesse aqui, eu estaria lá na praça, rindo das pessoas que andam dançando coreografias de pagode (Põe na lista que a gente tem que imitar isso, mainha!), de alguma peruinha que empolgou na jaqueta de pele falsinha ou na bota Frankstein.

Chato que meus irmãos já vão embora, meu gatinho também (coisa mais linda, agora fazendo careta franzindo a sobrancelha e fazendo beicinho com cara de mau).
Terça-feira tem show do Daniel e nem vai ter jeito de andar pela praça, de tanta gente. Mas a gente faz o que pode. Tudo pra curtir os amigos!
Depois desse show, esperadíssimo, ainda vou ter umas três ou quatro noites pra curtir várias bandas de camarote ou ser arrastado por multidões que compram churros, morango com chocolate, panelas, calças, jaquetas, óculos, bijuterias...

Nessas horas, chamo meu otimismo que me olha com ar quase reprovador, bate a mão no meu ombro e diz: Pelo menos você vai ter mais uns dias pra comer acarajé e tapioca!
(Sem contar nos preparativos para uma certa viagem que roubam a atenção dos outros acontecimentos! rs)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

LazerPrazer

(por Umdiasereieumesma)
Tudo que é lazer dá prazer, por isso não consigo separar um do outro. Pode ser pegar o carro e dirigir 240km só prá ir comer pizza em Goiânia. Ou montar quebra-cabeças comendo pipoca e ouvindo música instrumental, principalmente se for Raúl di Blasio ou Ahmad Jamal. Um dos meus preferidos (pasmem): ficar na cozinha ouvindo minha linda filha caçula contar todos os mínimos detalhes do que fez na noite anterior. E olha que ela sai quase todas as noites! Isso inclui até detalhes de um e outro carro que cruzaram seu caminho. Entrar numa livraria e passar um bom tempo lendo as sinopses de um montão de livros, mesmo sabendo que não vou comprar nenhum. Ficar olhando as nuvens cor-de-rosa no céu de Brasília na época da seca me toma um tempo prazeroso, e mais de uma vez já disse a amigos que essa é uma forma de lazer prá mim. Tomar um bom vinho, numa companhia idem, música suave, pouca luz...
E por fim, Guaraná com Canudinho. É tudo tão novo pra mim e já me sinto tão ambientada com vocês! Me relaxa participar, me dá prazer, então... é lazer.
Agradeço muitosuperhipermegablaster a oportunidade. Valeu Guaranetes!