quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Dez* coisas pra fazer antes de morrer

Tema: livre/imposto
Por Rosana Tibúrcio

imagem


1. Viver numa boa, com saúde, sem precisar trabalhar

2. Ler todos os livros de Laura Reis [3]

3.
Assistir e aplaudir um espetáculo do Rafa

4.
Ir à clínica de estética de Marina Reis e ter um dia de princesa

5.
Visitar o Colégio Delta de Paulinha e dar pitacos na organização da biblioteca

6.
Fazer um curso de pós-graduação na área de pesquisa científica

7. Mudar desta casa ou reformá-la

8.
Na nova casa ter um lugar todo bonito pra colocar meus DVDs, CDs e livros em ordem, mas em ordem meeeesmo

9.
Viajar pra Parati, Curitiba, Recife e tirar muiiitas fotos

10. Estudar Português, História e Filosofia


* Eu me recuso a fazer uma lista de oito coisas porque não acho oito um número digno de listas de coisas. Tenho dito!

Uma linda quinta-feira pra todos vocês, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje é dia de prosseguir no sonho desses malucos guaranetes. Vem??

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Oito coisas para fazer antes de morrer [3]

Tema livre
Por Nina

imagem da mulher despirocada aqui
1) Participar do Improvável.
2) Conhecer Nova Iorque e Madri.
3) Ler todos os livros de Laura Reis (!)².
4) Ter uma [fantástica] fábrica de chocolate.
5) Ter um resort só para festas, eventos e convenções do Guaraná com Canudinho.
6) Aprender a tocar piano e violão.
7) Raspar todo o cabelo.
8) Ter ideias melhores, censuráveis ou não, para meus posts.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Oito coisas para fazer antes de morrer [2]

Tema Livre
Por Rafael Freitas_


1) Trabalhar na Globo.

2) Morar e estudar em Portugal (e conhecer boa parte da Europa, de quebra).

3) Ler todos os livros de Laura Reis (!).

4) Ter um aquário.

5) Morar numa casa com jardim na entrada.

6) Aprender a tocar piano e flauta transversal.

7) Fazer uma tatuagem de uma flor-de-lis.

8) Fazer amor na chuva. [e mais algumas coisinhas censuráveis]

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Oito coisas para fazer antes de morrer

Tema livre
Por LauraReis

imagem daqui


1) Trabalhar na Editora Abril.

2) Fazer uma viagem exteriorizada.

3) Publicar um livro. Nem que seja com meus tweets.

4) Completar um ano de namoro.

5) Plantar a minha árvore.

6) Aprender a tocar violino.

7) Cortar o cabelo na altura do ombro.

8) [censurado]

sábado, 12 de dezembro de 2009

D.R.'s: só de pensar empipoco de raiva

Tema: D.R.'s
Por Jéssica Milena


“Amor, vamos discutir nossa relação???” Pronto... estava tudo bem, mas a partir desta frase você já sente aquele frio na espinha e a certeza de que o “ser” que te fez esta proposta vai falar e falar e falar e cobrar até a exaustão.

Confesso que só de pensar numa típica DR eu já empipoco de raiva, mas também admito que já tive as minhas... e quem é que não teve não é? Eu aprendi rápido, logo no segundo namoro (preciso explicar porque acabou o primeiro???) quando meu namorado me mostrou que o melhor caminho para perdê-lo seria continuar com aquelas cobranças inúteis e sem fundamento que eu tinha iniciado. Eu cobrava que ele atrasou 5 minutos (sabendo que ele estava no trabalho), que ele não me ligou, que eu tinha ciúme da balconista, que ele isso, que ele aquilo... Com amor, me ensinou a diferença entre conversar sobre um problema e discutir inutilmente uma relação. Eu aprendi.

Cobrar é um ruim, é triste, é fraco. Você fica chato, egoísta, mal humorado e doente. E o outro lado? O outro lado fica coagido, aborrecido, sufocado, e no meu caso: BEM LONGE.

O casal está com algum problema? Alguma divergência de ideia? Alguma coisa que o outro fez e chateou? Ok... vamos conversar? Ouvir um ao outro, entender os motivos e ficar tudo bem? Claro que nem sempre é suave assim, e sai uma briga ou outra, mas na tentativa de acertar, consertar. Acho que esse tipo de DR é válida, principalmente quando ela acaba na cama. rsrsrs MAS NUNCA, JAMAIS discutir na frente dos outros... porque lavar roupa suja na frente dos outros é o fim!

Agora, todo dia um(a) sujeitinho(a) às 8:30 no MSN antes do primeiro “bom dia” já questionando: "Tá tudo bem? Você esta estranha comigo! O que houve?" Ou pior... você entra no banho o celular toca... quando você sai do banho já são 12 chamadas perdidas, 5 torpedos te caçando e uma desconfiança infinita de “você estava no banho mesmo?” E aí... essa doença se entende para todos os lados... carona de amigo: DR; janta com amigos: DR; almoço com a família: DR; não posso te ver hoje, preciso estudar: DR. Só de ler irrita, percebe???

Eu, basta me sentir pressionada que escorrego e sumo!

Não é cobrando nem discutindo constantemente que se tem amor, fidelidade, confiança, respeito, muito menos felicidade. É deixando o outro ser livre pra se dar, pra te amar, pra querer estar do teu lado. Relação que precisa ser discutida frequentemente, é porque já acabou.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Dê cá uma D.R., doutor...

Tema: D.R.'s
Por Rosana Tibúrcio


As D.Rs são multifacetadas* e quem há de negar? Elas me remetem à mentira, à esperança e à desculpa.
Tentar explicar...
Mente, afinal, quem diz que não provoca, que nunca inicia uma D.R. Qualé owww do engodo. Se há relacionamento, há D.R.’s. Impossível não haver, pensem comigo. Pode acontecer que essa “discussão”, iniciada por você, não seja um barraco. Bo-ni-to: parabéns!!! Fez mais que a obrigação, aliás. Coisa mais feia é barraco, tá doido...
Eu poderia escrever um livro de autoajuda (hahaha adoUUUro brincar que quero ser bobinha) só sobre essa temática. Porque, não sei se vocês sabem, os escritores de autoajuda, na sua maioria, têm receita certa pro outro, mas são incapazes de fazer igual pra vida deles. Ou então, assim como eu, dizem: “nó, se eu tivesse outra oportunidade faria desse e desse jeito.” Passou, fiota, já era!!
Todo mundo (leia-se, guaranetes, convidetes e visitetes) sabe que sou muito boUUUa, né? E humilde.
Então, sugiro que vocês tentem seguir algumas dicas da pessoa aqui e, assim, fazer da D.R. um meio pra fortalecer o amor que você e seu amado têm. Olha só:
- Jamais discuta na cama. A não ser que você queira fazer um fuc fuc dos deuses (porque a irritação, às vezes, provoca tesão) e depois ficar com a sensação de que foi usada pra ficar em silêncio. Só que, bobinha: dá um vaaaaaazioooooooo que não cabe em lugar nenhum.
- Deixe a raiva passar. Seja grande, respire fundo e quando as coisas se acalmarem chame o sujeito pra dar uma voltinha, ir num lugar neutro e, de preferência, público e lá sim, aparar as arestas.
- Não deixe acumular reclamações. Saiba distinguir uma besteirinha de um assunto mais sério. Besteirinha a gente resolve no dia-a-dia, na hora: “porra, me deixe ler sossegada”, por exemplo. Agora, ajuntar isso e mais o fato dele ter esquecido a colher fora da pia e, num belo dia, toda séria, dizer data e hora de quando isso tudo aconteceu, nem Devanir Arantes** dá conta de você, perua....
Bom, eu poderia enumerar ene coisas aqui, mas sem paciência...
Aliás, se você tiver sem paciência não use a D.R como desculpa pra descarregar sua raiva no amado, porque se fizer isso, cê tem mais é que ficar sozinha, baby.
As D.R.’s são assim: como sintoma de que o amor existe e merece ser cuidado, há cura neste caso; como uma doença terminal e indica que o amor já morreu; basta ter coragem e enterrá-lo.

Um lindo restinho de quinta-feira pra vocês, meus amores, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje houve e há por aqui um tempo corrido, mas deu pra eu expor um pouco de minha labirintite textual.

*amanheci com essa palavra na cabeça e achei de usá-la aqui... hauhaushsus
** que me perdoem os leitores da pessoa, mas nem sei quem é; cliquei no google e foi o primeiro que me apareceu...