quarta-feira, 16 de novembro de 2011

SáSinhora

Tema: Ex-mania
Por: Nina Reis


É ................
Tinha mania de presentear minha mãe e tirar muitas fotos com ela.
Hoje não mais.
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Assim que eu for contemplada na Mega, prometo reverter a situação.

Parabéns Rosaninha. Muitas felicidades.
Te amo!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Trim

Tema: Ex-mania
Por Rafael Freitas




A única mania de que me lembro é que roía as unhas. Tanto que vivia com os dedos doloridos.


Só não sei se apenas me esqueci das outras ou se não consegui perdê-las.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Aham

Tema: ex-mania.
Por Laura Reis.

tumblr



Eu tinha mania de reclamar.
Foi assim durante, sei lá, mais de 20 anos da minha vida? Acho que sim.
Mas aí eu decidi jogar tudo pro ar, ligar o foda-se, como dizem por aí e parar, de uma vez por todas, com isso.
A partir de hoje uma mania que não tenho mais é reclamar, ok?


[mentira]

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

De pé no chão

Tema: No meu jardim quintal
Por Taffa

Google

Costumo dizer que vivo num paradoxo, pois embora ame edifícios altos e sempre tenha sonhado em morar num apartamento lá em cima, também tenho vontade de ter um enorme jardim. Sei que é na contramão criar qualquer coisa além de uma planta artificial no trigésimo andar, mas eu imagino que desistiria da ideia de subir pelo elevador caso pudesse chegar numa casa no térreo para me deparar com um quintal gramado gigante e povoado por árvores e cachorros.

A minha vida, na verdade, se resumiria a um zoológico. Eu me casaria com um urso, juntos teríamos vários cães (ou gatos) e adotaríamos um filhote. O último é um plano em longo prazo, eu sei, mas não me importo de povoar o meu futuro com esses tipos de ideias pré-planejadas.

Meu jardim não seria tão pomposo e, na verdade, nem sei se vocês o chamariam assim. Tudo isso porque eu não teria arbustos ornamentais ou plantas que demandam aparo semanal e cuidado constante. Eu queria mesmo era um terreno grande com grama sobrando aos fundos e à frente da casa, onde eu poderia colocar na entrada alguns gnomos de jardim junto a um mini poste semicoberto pela hera. No fundo eu teria árvores para que meu filho pudesse ainda ter o contato que tive com a terra e, para finalizar, vários animais correndo e fazendo barulho pelo terreno.

A respeito das flores, não teria preferência por alguma, pois as que aparecessem nas árvores durante as estações seriam sempre bem-vindas. Mas adoraria mesmo acordar nas manhãs geladas e me deparar com a grama toda coberta pela garoa. Nessas horas me sentaria na varanda e ficaria por lá, indefinidamente, olhando meu nem tão requintado jardim despertar naquela manhã bela e preguiçosa de inverno.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Jardins de infância

Tema: jardins
Por: Rosana Tibúrcio
Fotógrafo: Valter  

Minha memória de infância é um tanto teimosa e me foge mais que vem. Mesmo assim, tenho a sensação de que vivi parte de minha criancice nos jardins da Avenida. Da Avenida Getúlio Vargas. Daqui de Patos, cuja foto revela um pouco desses jardins.

Vivi nesses jardins aquela parte boa da infância, as sensações das lembranças são boas. Portanto...
Eu me recordo das brincadeiras de passar anel, de auditório: quem canta melhor e sabe qual música? Cantava pior, mas sabia todas as músicas. E achava que sabia até dar uns passinhos cadenciados no ritmo das canções.

Coisa boa é a inocência. Nada macula a crença que uma criança tem de seu poder; desde que ela não exponha essa crença aos iguais. Crianças são maldosas. As outras, você nunca!!!
Eu não dizia, mas sabia que sabia dançar e que sabia todas as letras. A última parte eu garanti por muitos anos, sabia mesmo; a primeira, os anos me provaram que não. Não tenho ritmo algum. Mas tinha: no meu querer.

Nos bancos do jardim da Avenida construí meus primeiros sonhos e solidifiquei a base da observação do outro, as observações que começaram na Igreja e que contei no post anterior. Nesses bancos eu pude ser soberana e condutora de minha história e sonhos. Em meio às brincadeiras com outras crianças, mesmo quando eu não era a “vencedora” ou a que se sobressaia, fiz meu mundo do jeito que quis.

Nesse tempo, nesses bancos e nesses jardins eu fui grande e forte, a melhor de todos, mesmo sabendo que minha maior proeza, para além de saber todas as letras das canções, foi subir no assento do banco, depois em seu parapeito, respirar fundo e pular na grama.
Pular desses bancos era pra mim uma proeza comparada ao pulo de um paraquedas. E eu que nunca pulei de nenhum deles quase posso afirmar que a sensação era idêntica: liberdade, coragem e poder...

Amo os jardins dessa Avenida porque eles me deram a certeza de que posso sonhar o que quiser pra mim, acreditar no que quiser. E registrar. Primeiro, numa daquelas gavetas boas da memória e da saudade; depois, aqui no Guaraná.


Uma linda quinta-feira pra todos vocês minhas gentes, pois nas quintas há algo diferente no ar e hoje há uma viagem às lembranças de minha infância, misto de nostalgia, esperança e saudade. Saudade da criança que quis ser adulto feliz.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O que merece

Tema: Jardim
Por: Nina Reis



Pequena e cheia de expectativas, ela vivia cercada de pessoas que a amavam.
Bem cuidada, desabrochou e tornou-se uma linda mulher. Forte, segura e fértil, afinal, sonha com uma família grande.
Sua vida não é perfeita, é claro. Passa por altos e baixos. Carrega muitas lembranças e vive sempre na esperança de um dia melhor.
Ela é como o seu jardim. Precisa ser cercada de carinho para ficar bem. E precisa de muita água. Que essa água não seja choro mas, se for, que seja de felicidade.

Cada um tem o jardim que merece. Então, faça por merecer e tenha o jardim mais lindo do que o do vizinho.